Reverendo I. B. Pranaitis
Os ensinamentos rabínicos secretos a respeito dos
cristãos e não-judeus.
Trechos do Livro Sagrado dos Judeus, escolhidos e comentados
pelo Reverendo I. B. Pranaitis, sacerdote católico,
Doutor em Teologia e professor de idioma hebreu da antiga
Academia Imperial Eclesiástica da Igreja Católica
Romana de São Petersburgo
"(Os judeus) Mantêm-nos prisioneiros
em nosso próprio país, nos fazem trabalhar até a última
gota de suor, enquanto se sentam junto à estufa, descansam, engordam,
se banqueteiam, se embriagam, vivem folgadamente às custas dos bens produzidos
por nós; capturam-nos e aos nossos bens por meio de sua maldita usura
e ainda debocham de nós e nos cospem por termos de trabalhar para eles".
MARTINHO LUTERO
(In “Dos Judeus e Suas Mentiras”)
O livro Sagrado dos judeus não é o Velho Testamento, como muitos
pensam, e do qual aproveitam apenas aos cinco primeiros livros, a Torá,
mas sim, o Talmud.
Este livro é o seu código religioso e social, com prescrições
rigorosas, o qual confere aos rabinos, seus únicos intérpretes,
autoridade superior a Moisés e os profetas.
"Filho meu, ordena o Talmud, atende mais às palavras dos rabinos
do que às da Lei" (Tratado Erubin, fls. 21 b).
"O Talmud formou a Nação Judia depois da Diáspora,
moldou-lhe a alma, criou a raça" (Bernard Lazare, autor judeu, na
sua obra L'Antisèmitisme, Ed. Jean Prés, Paris, 1934).
É preciso ler e estudar o Talmud para compreender o Sionismo Internacional,
o orgulho com que os judeus se consideram os donos do mundo e o poder que possuem
para controlar as finanças e os meios de comunicação a
nível mundial. Reverenciando apenas o bezerro de ouro, conservam através
de vários milênios a sua unidade e identidade racial, política,
religiosa e nacional, fazendo-os imaginarem-se seres superiores, eleitos de
Deus e recusando todo e qualquer tipo de assimilação, personificando
com sua maneira de ser, a forma mais odiosa de racismo. Não crêem
mais no Messias, mas unicamente no destino messiânico do Povo de Israel,
que, segundo sua ótica, seus profetas e uma vontade nacional irredutível,
que atinge as raias da paranóia coletiva, deverá dominar e reinar
sobre o resto da humanidade. Não é, pois, sem razão que
em toda Bíblia - Velho Testamento - os judeus são condenados por
sua idolatria (Êx. 32,8 - I Rs. 12,28 - II Rs. 17,16 - Si. 13 - Is. 31,6,7
- Jr. 2).
Não esqueçamos, portanto, da advertência de Aarão
a Moisés: "Não se irrite o meu Senhor. Tu mesmo sabes o quanto
este povo é inclinado para o mal" (Êx. 32,22).
OS ENSINAMENTOS DO TALMUD A RESPEITO DOS CRISTÃOS
Vejamos as opiniões dos judeus e seus rabinos a respeito dos cristãos:
idólatras, a pior classe de gente, muito pior do que os turcos, criminosos,
fornicadores, animais impuros, imundos, indignos de serem chamados de homens,
bestas em forma humana, vacas, burros, cachorros ou pior que cachorros, de origem
diabólica, suas almas pertencem ao demônio e que voltam para o
demônio após a morte e que o corpo de um cristão morto não
é diferente do de um animal, etc.
OS GOIYM SÃO IMPUROS
O Talmud dá duas razões pelas quais os goiym seriam impuros: porque
se alimentam de coisas impuras e porque não teriam sido levados (purificados)
no Monte Sinai.
No Schabbath (145 b), pode-se ler:
"Por que são impuros os goiym? Porque não estavam presentes
no Monte Sinai. Porque quando a serpente se introduziu dentro de Eva, transmitiu-lhe
a sua impureza. Porém os judeus foram purificados disso quando estiveram
no Monte Sinai; porém os goiym que não estavam no monte Sinai,
não foram purificados".
Vale a pena destacar as seguintes coisas impuras que aparecem no comentário
sobre o Schulchan Arukh, intitulado Biur Hetib:
"Uma mulher deve lavar-se novamente (ao sair do banho) se ver qualquer
coisa impura, como um cachorro, um burro, o povo da terra, um cristão
(akum), um camelo, um porco, um cavalo e um leproso".
SÃO ANIMAIS, NÃO HOMENS
No tratado Makkoh (7 b) se afirma que é culpado aquele que mata, "com
exceção daquele que tentar matar um animal, mata por engano um
homem, ou, ao tentar matar um goi, mata um israelita".
No Orach Chaiim (225,10), lê-se:
"Aquele que observa (admira) criaturas formosas, ainda que seja um akum
ou um animal, deixe que diga: "Bendito sejas Nosso Senhor Deus, Rei do
Universo, que colocaste tais coisas na terra".
SÓ DIFEREM DOS ANIMAIS NA FORMA
No Midrasch Talpioth (225 d) lê-se assim:
"Deus lhes deu a forma de homens para a glória de Israel. Porém
os akum forma criados com o único fim de servi-los (aos judeus), dia
e noite. Nunca serão aliviados deste serviço. É o próprio
do filho de um rei (um israelita), que os animais, na sua forma natural e os
animais em forma de seres humanos estejam a seu serviço".
Podemos citar também o que está escrito no Orach Chaiim (57,6
a):
"Se devemos lastimar os porcos quando sofrem de uma doença, porque
seus intestinos são semelhantes aos nossos, com muito mais razão
devemos ter compaixão dos akum quando se virem afligidos desta maneira".
SE PROPAGAM COMO BESTAS
No Sanhedrin (74 b) Tosephoth, diz assim:
"A relação sexual de um goi é igual a de uma besta".
E o Kethuboth (3 b) completa:
"O sêmen de um goi tem o mesmo valor que o de uma besta".
No Eben Haeser (44,8), diz o seguinte:
"Se um judeu contrai casamento com uma akum (cristã), ou com sua
servente, o matrimônio é nulo. Porque eles não estão
capacitados a contrair matrimônio. Portanto, se uma akum ou uma servente
contrair casamento com um judeu, o matrimônio é nulo".
No Zohar (II, 64 b), lê-se assim:
"O rabino Abba disse: Se unicamente os idólatras mantivessem relações
sexuais, o mundo deixaria de existir. Por isso é que se ensina que um
judeu não deve entregar-se a estes ladrões infames. Porque se
estes se propagarem em maior quantidade, será impossível para
nós continuarmos existindo, por causa deles. Porque eles dão à
luz crianças, da mesma maneira como cachorros".
FILHOS DO DIABO
No Zohar (I, 28 b) diz o seguinte:
"Era a serpente o animal mais astuto de todos quando havia feito o Senhor
Deus sobre a face da terra, etc, (Gêneses, III, 1). Mais astuto que todos
os outros animais, ou seja, os povos idólatras da terra. Pois eles são
filhos da antiga serpente que seduziu Eva".
O melhor argumento apresentado pelos judeus para provar que os cristãos
e não-judeus pertencem à raça do demônio, é
o fato de que não estarem circuncidados. O prepúcio dos não-judeus
os impede de ser chamados de filhos do Altíssimo. Pois é através
da circuncisão que o nome de Deus-Schaddaise integra na carne do judeu
circuncidado.
AS ALMAS DOS CRISTÃOS SÃO MÁS E IMPURAS
Nos ensinamentos judaicos dizem que Deus criou duas naturezas: uma boa e outra
má, ou seja, uma natureza dividida em duas partes: uma pura e outra impura.
Da parte impura, chamada de Keliphah - couro ou parte externa suja - afirmam
que provêm as almas dos cristãos.
No Zohar (I, 131 a) diz assim:
"Os povos idólatras desde que existem sujam o mundo, pois suas almas
provêm da parte impura".
E no Emek Hammelech (23 d) está escrito:
"As almas dos ímpios provêm de Keliphah, que é a morte
e a sombra da morte".
No Zohar (I, 46 b, 47 a) continua a ser demonstrado que esta parte impura é
a do lado esquerdo, de onde provêm as almas dos cristãos:
"E ele criou todo o ser vivente, ou seja, os israelitas, porque eles são
filhos de Deus, o Altíssimo, e suas almas sagradas provêm d'Ele.
Porém, de onde provêm as almas dos gentios? E o rabino Eliezer
disse: do lado esquerdo, o que faz com que suas almas sejam impuras. Portanto
eles são impuros e tudo que tiver contato com eles fica contaminado".
DEPOIS DA MORTE VÃO PARA O INFERNO
Os Anciãos ensinam que Aarão está sentado à entrada
do Paraíso e impede a entrada de toda pessoa não circuncidada
e providencia para que todos os incircuncisos sejam arrojados no inferno.
No Rosch Haschanach (17 a), está escrito:
"Os hereges, os lascivos e os traidores vão para o inferno".
O DESTINO DOS CRISTÃOS MORTOS
Os corpos dos cristãos mortos são denominados pelos judeus com
o odioso nome pegarim, que é a palavra utilizada na Sagrada Escritura
para designar os corpos dos malditos e dos animais, porém jamais para
designar aos mortos piedosos, chamados de Metim. No Schulchan Arukh é
ordenado que se fale da mesma maneira de um cristão morto como de um
animal morto.
No Iore dea (377,1) lê-se:
"A ninguém deve-se dar os pêsames pela morte de seus serventes
ou criada (não-judeus); tudo que se pode dizer é que Deus lhe
devolva o que perdeu, da mesma maneira como falamos a um homem que tenha perdido
uma vaca ou um asno".
OS CRISTÃOS DEVEM SER EXTERMINADOS
Os seguidores "daquele homem", a cujo o nome os judeus ainda acrescentam
a maldição "que seu nome e sua memória sejam eliminados",
não devem ser considerados de outra maneira do que gente da qual seria
bom desvencilhar-se. São chamados de romanos e tiranos os que mantêm
cativos os filhos de Israel e, mediante a sua destruição, os judeus
se veriam livres deste Quarto Cativeiro. Todo judeu está, portanto, moralmente
obrigado a fazer o que possa para destruir este reino ímpio dos edomitas
(Roma) que governa o mundo inteiro. Como nem sempre ou em todos os lugares é
possível efetuar o extermínio dos cristãos, o Talmud ordena
que sejam atacados indiretamente, a saber: prejudicando-os de todas as maneiras
possíveis, e desta maneira, diminuir seu poder e ajudar na sua destruição
final.
Onde quer que seja possível, um judeu deve matar os cristãos,
e fazê-lo sem misericórdia.
Artigo I - DEVE-SE PREJUDICAR AOS CRISTÃOS
Ao judeu se ordena prejudicar aos cristãos onde e como seja possível,
tanto direta ou indiretamente, não lhe prestando ajuda sob nenhuma forma
e também fazendo naufragar seus negócios e projetos, tampouco
deve-se salvar um cristão que se encontre em perigo de morte.
NÃO SE DEVE FAZER O BEM AOS CRISTÃOS
Em Zohar (1,25 b), diz-se assim:
"Aqueles que fazem o bem aos akum (não-judeus)... não ressuscitarão
de entre os mortos".
Está permitido, às vezes, fazer o bem aos cristãos, porém
somente com o fim de ajudar Israel, ou seja, para conservar a paz e para ocultar
o ódio a eles. Palavras de Maimônides em Hilkhoth Akum (X,6):
"Para preservar a paz pode-se prestar ajuda aos gentios prestativos, igual
aos judeus necessitados..."
Em Iore dea (148,12 Haga), lê-se assim:
"Portanto, se entras em uma cidade e os encontras (os gentios) celebrando
uma festa, podes fingir que te alegras e divertes com eles, afim de ocultar
teu ódio. Aqueles, porém, que se preocupam com a salvação
de suas almas, devem manter distância destas celebrações.
Deves deixar bem claro que te aborreces ao festejar com eles, sempre que possa
fazê-lo sem incorrer na sua inimizade".
NÃO É PERMITIDO ELOGIAR UM CRISTÃO
Em Aboda Zohar (20 a, Toseph), temos:
"Não digas nada elogioso sobre eles, que nunca se diga: “Que bom
que é este Goi!"
As palavras do Deuteronômio (VII,2) são explicadas por eles da
seguinte forma: "...e não mostrarás nenhuma misericórdia
com eles (Goiym)", como é citado no Germarah. O rabino S. Iarchi
explica esta passagem da Bíblia da seguinte maneira: "Não
lhes farás nenhum elogio; pois é proibido dizer: ‘que bom é
este goi!’".
O Iore dea (151,14) diz:
"Não se permite a ninguém falar ou dizer:"que bom é
este akum!". Muito menos falar sobre o que fazem, ou relatar qualquer coisa
sobre eles que possa redundar em sua glória. Entrementes, se enquanto
o elogias, deres graças a Deus por criar criaturas, ou gentios, tão
parecidos conosco, então sim, será permitido fazê-lo".
A UM JUDEU NÃO É PERMITIDO MENCIONAR OS OBJETOS USADOS PELOS CRISTÃOS
EM SEUS CULTOS IDÓLATRAS
O Hilkhoth Akum (V,12), diz:
"Está também proibido fazer menção aos akum;
porque está escrito (Êxodo XXIII, 13):...e não farás
menção a deuses estranhos".
DEVE-SE FALAR COM DESPREZO DE SEUS ÍDOLOS
No Iore dea (146,15), lê-se:
"Seus ídolos devem ser destruídos ou dar-lhes nomes depreciativos".
Ibidem (147,5):
"É permitido debochar de seus ídolos e está proibido
dizer a um goi: Que seu Deus o ajude, ou, espero que tenhas bom êxito".
O rabino Bechai, ao explicar o texto do Deuteronômio, sobre o ódio
à idolatria diz o seguinte:
"A escritura nos ensina odiar aos ídolos e dar-lhes nomes ignominiosos,
desta maneira, se o nome de uma igreja for Bethgalia (Casa de Magnificência),
deve chamá-la Bethkaria (casa insignificante, chiqueiro, latrina). Porque
esta palavra, karia, denomina um lugar vil, baixo".
Em numerosos lugares os judeus dão nomes ignominiosos aos objetos cristãos.
Sempre é bom lembrar algum destes nomes que eles utilizam para designar
objetos e pessoas que são tão sagrados e amados pelos cristãos:
A Jesus, o chamam ignominiosamente de Jeschu, cujo significado é "que
seu nome e sua memória sejam apagados". Seu nome em hebreu é
Jeschua, que significa salvação.
A Maria, a Mãe de Deus, chamam de Charia, ou seja: esterco, excremento.
Em hebreu seu nome é Miriam.
Os Santos Cristãos são chamados de Kedoschim em hebreu. Porém
os judeus os chamam de Kededchim, ou seja, homens afeminados. Às mulheres
santas, são chamadas de Keleschoth que significa prostituta.
Ao domingo, chamam de Dia da Calamidade.
Ao Natal, chamam Nital, o quer dizer extermínio.
A Páscoa não é chamada pelo seu nome apropriado, ou seja
Pesach, mas sim, Ketsach, o que significa podar ou forca.
A uma Igreja Cristã não chama de Beth Hattefilah (casa de oração),
mas sim Beth Hattiflah, que significa casa vã, ou casa do Mal.
Aos Evangelhos chamam Aavon Gilaion: Livro de Iniqüidade.
Aos Sacrifícios Cristãos chamam de Oferecimentos de Esterco. No
Talmud de Jerusalém (f.13 b), consta o seguinte:
"Aquele que os vê "mezabbelim" (defecando) ante seu ídolo,
diga-lhe (Êxodo XXII, 20):"Quem oferece sacrifício a um ídolo,
será morto".
O rabino Iarchi, referindo-se a Números XXV, 3, ensina que os gentios
na realidade, honram a seu Deus defecando diante dele.
A uma menina cristã que trabalhe para os judeus durante os seu Sabbath,
chamam de Schaw-wesscluicksel, ou seja, Sabbath Sujo.
A UM JUDEU NÃO É PERMITIDO PRESENTEAR A UM CRISTÃO
O Hilkhoth Akum (X,5) diz o seguinte:
"Está proibido dar presentes aos goiym. Porém está
permitido presentear aos conversos que vivam entre os judeus, porque já
foi dito: a um viajante (judeu) que se detenha em sua cidade, dê-lhe de
comer, a um gentio venda-lhe, ou seja, não dê".
No Iore dea (151,11) lê-se:
"Está proibido dar presentes gratuitos a um akum, mesmo que se o
trate faliarmente".
Todavia o Talmud permite que um judeu dê presentes aos gentios seus conhecidos,
desde que com o fito de conseguir algo em troca futuramente.
A UM JUDEU É PROIBIDO VENDER SUAS TERRAS AOS CRISTÃOS
No Iore dea (334,43) diz assim:
"Em 24 casos um judeu deve ser repudiado, a saber... 8º: Qualquer
um que venda suas terras aos akum deve ser enviado ao exílio, a menos
que ele se comprometa a pagar recompensa por todo dano que advirá da
conseqüência de termos os akum vivendo perto dos judeus".
ESTÁ PROIBIDO ENSINAR UMA PROFISSÃO AOS CRISTÃOS
No Iore dea (154,2) lê-se:
"Não está permitido ensinar nenhum ofício aos akum".
DEVE-SE ROUBAR AOS CRISTÃOS
Uma vez que os goiym servem aos judeus como bestas de carga, eles pertencem
ao judeu, juntamente com suas vidas e todos os seus pertences:
"A vida do goi e todas suas faculdades e poderes físicos pertencem
ao judeu". (In Die Polen, A. Rohl, p.20).
Em Babha Bathra (54 b), lê-se o seguinte:
"Todas as coisas pertencente aos goiym são como o deserto: a primeira
pessoa que chega e as leva, tem o direito de considerá-las como suas".
NÃO SE DEVE ALERTAR OS CRISTÃOS QUANDO PAGAM A MAIS A UM JUDEU
No Choschem Hammischpat (183,7), diz assim:
"Se envias um mensageiro para cobrar mensalidade de um akum e o akum lhe
paga a mais, o mensageiro não pode guardar a diferença. Porém
se o mensageiro não se der conta, então tu podes ficar com este
dinheiro".
OS PERTENCES PERDIDOS POR UM ESTRANGEIRO NÃO LHE DEVEM SER DEVOLVIDOS
No Choschem Ham (266,1), lê-se:
"Um judeu pode conservar (para si) qualquer coisa que encontre e que pertença
a um akum, porque está escrito: devolve a teu irmão o que está
perdido (Deuteronômio, XXII,3). Porque aquele que devolve pertence extraviados
(aos cristãos) peca contra a lei, por haver aumentado o poder dos transgressores
da Lei. Mesmo assim é digno de elogios devolver os pertences extraviados,
se for feito para honrar o nome de Deus, ou seja, se agindo assim, os cristãos
elogiarem os judeus e passarem a olhá-los como gente honrada".
AOS CRISTÃOS É PERMITIDO ENGANÁ-LOS
No Baba Kama (113 b), lê-se o seguinte:
"Está permitido trapacear a um goi".
E no Choschen Ham (156,5 Hagah), lê-se:
"Se um judeu está realizando um bom negócio com um akum,
não se permite a outros judeus, em certos lugares, intervir e efetuar
negócios com o mesmo akum. Em outros lugares, todavia, é diferente:
onde a outro judeu, se permitir ir ao mesmo akum, orientá-lo, efetuar
negócios com ele e trapaceá-lo, tirando seu dinheiro. Uma vez
que a riqueza do akum deve ser considerada como de propriedade comum e pertence
àquele que dele se apodera primeiro, mesmo assim, alguns dizem que isso
não se deva fazer".
Conforme o Choschen Ham (187,7 Hagah), o sentido muda um pouco:
"Se um judeu está realizando um negócio com um akum e um
companheiro israelita chega e trapaceia o akum, seja através de uma falsa
medida, peso, ou através da quantidade, deverá dividir seu lucro
com seu companheiro israelita, já que ambos tiveram uma parte na transação
e, inclusive, para ajudá-lo a que continue".
UM JUDEU PODE SIMULAR SER UM CRISTÃO PARA TRAPACEAR AOS CRISTÃOS
No Iore dea (157,2 Hagah), diz assim:
"Se um judeu for capaz de trapacear (aos idólatras) simulando ser
um devoto das estrelas, poderá fazê-lo".
A UM JUDEU É PERMITIDO PRATICAR A USURA COM OS CRISTÃOS
No Aboda Zarah (54 a) diz assim:
"É permitido receber com usura dos apóstatas que caem na
idolatria".
E no Iore dea (159,1), diz o seguinte:
"Está permitido, de acordo com o Torá, emprestar dinheiro
a um akum com usura. Alguns dos antigos negam isso, com exceção
de casos de vida e morte. Hoje em dia está permitido por qualquer motivo".
NOS ASSUNTOS LEGAIS OS CRISTÃOS DEVEM SER PREJUDICADOS
UM JUDEU PODE MENTIR PARA CONDENAR UM CRISTÃO.
No Baba Kama (113 a), está escrito:
"Nossa instrução é a seguinte: quando um judeu e um
goi comparecerem ante uma corte de juízo, absolva o judeu, se puderes,
de acordo com as leis de Israel. Se o goi for o vencedor, diga que foi de acordo
com as leis dos gentios, absolva-o e diga ao não-judeu (gentio) que isso
ocorre por intermédio das leis dele. Se não puder ser encaminhado
desta maneira, proceda duramente contra o goi, conforme conselho do rabino Ischmael.
O rabino Akibha, mesmo assim, confirma que não é fraude atuar
desta maneira, a não ser que profane o nome de Deus, e o judeu seja encarcerado
por perjúrio".
Uma nota à margem do texto, explica este posicionamento do rabino Akibha
da seguinte maneira: "O nome de Deus não será profano caso
o goi não fique sabendo que o judeu estava mentindo".
E mais adiante, o Baba Kama (113 b) confirma:
"O nome de Deus não é profano quando, por exemplo, um judeu
mente a um goi dizendo: ‘Eu dei algo a teu pai, porém ele está
morto; você terá que me devolver isto’, sempre que o goi não
saiba que você está mentindo".
UM JUDEU PODE JURAR EM FALSO COM A CONSCIÊNCIA TRANQÜILA
No Kallah (1b, p.18), lê-se o seguinte:
"Ela (a mãe de Mamzer) disse para ele: ‘Jure para mim’. E o rabino
jurou, com os lábios, porém no íntimo de seu coração
invalidou o juramento".
Um texto similar se encontra em Schabuoth Hagahoth, de autoria do rabino Asher
(6d):
"Se a autoridade de uma cidade obrigar os judeus a jurar que não
fugirão da cidade, nem roubarão nada de lá, podem jurar
falsamente, dizendo intimamente que não escaparão hoje, nem levarão
nada da cidade unicamente hoje".
DEVE-SE PREJUDICAR OS CRISTÃOS NAS COISAS NECESSÁRIAS PARA A SUA
VIDA
Os judeus não devem poupar nenhum esforço em combater os tiranos
que mantêm neste Quarto Cativeiro. Devem combater os cristãos com
astúcia e nada devem fazer para evitar que lhes aconteça algum
mal: seus doentes não devem ser atendidos; não se deve ajudar
as mulheres cristãs na hora do parto, nem tampouco devem ser auxiliados
caso estejam em perigo de morte.
UM JUDEU DEVE ENGANAR SEMPRE AOS CRISTÃOS.
No Zohar (I, 160 a) diz o seguinte:
"O rabino Yehuda disse ao rabino Chezka: ‘Deve ser louvado aquele que pode
livrar-se dos inimigos de Israel; devem ser muito louvados os justos que se
libertarem deles e lutarem contra eles’. O rabino Chezka perguntou: ‘Como devemos
lutar contra eles?’. O rabino Yehuda respondeu: ‘Através de sábios
conselheiros declararás a guerra contra eles’. (Provérbios, Cap.
24,6).
Qual classe de guerra? A classe que todo o filho do homem deve combater contra
seus inimigos; a que Jacó utilizou contra Esaú, mediante trapaça
e traição, onde for possível. Devem ser combatidos (os
cristãos) sem trégua até que a ordem seja restaurada. Assim
é que, com satisfação, digo que devemos nos livrar deles".
UM CRISTÃO DOENTE NÃO DEVE SER AUXILIADO
No Iore dea (158, 1), diz assim:
"Os akum não devem ser curados, nem sequer por dinheiro, mesmo se
for atrair assim a sua inimizade".
NÃO SE DEVE AJUDAR UMA MULHER CRISTÃ DURANTE OS TRABALHOS DE PARTO
No Orach Chaiim (330,2) lê-se o seguinte:
"Não se deve providenciar nenhuma ajuda a uma mulher akum durante
os trabalhos de parto, no sábado, nem rapidamente, pois o sábado
não se deve ser violado".
A UM CRISTÃO EM PERIGO DE MORTE NÃO SE DEVE PRESTAR NENHUMA AJUDA
No Choschen Han (425,5) diz o seguinte:
"Se vires um herege (não-judeu), que não crê na Torá
(leis de Israel), cair dentro de um poço em que haja uma escada, apressa-te
e diga a ele: ‘Tenho de tirar um filho meu de um telhado; logo trarei a escada
de volta’, ou qualquer outra mentira... Quando aos Kuthaei, que não são
nossos inimigos, que cuidam das ovelhas dos israelitas, estes não deves
matar diretamente, porém não deves salvá-los da morte".
E no Iore dea (158,1), ainda se lê o seguinte:
"Aos akum que não sejam nossos inimigos diretos, não os devemos
matar diretamente, mesmo assim não devemos salvá-los de um perigo
de morte. Por exemplo, se vês algum deles cair dentro do mar, não
o tires de lá, a menos que ele te prometa dinheiro".
Maimônides, no Hilkhoth Akum, (X,1) diz o seguinte:
"Não tenhas piedade nenhuma por eles, porque está escrito
(Deuteronômio, VII,2): ‘Não demonstre nenhuma misericórdia
por eles!’ Portanto, se vês algum akum de dificuldade, ou afogando-se,
não corras a ajudá-lo. E se estiver em perigo de morte, não
o salves da morte, porém não é correto matá-lo com
tuas próprias mãos, empurrando-o dentro de um poço, ou
de qualquer outra maneira, uma vez que estejam em guerra conosco".
AOS CRISTÃOS DEVEMOS MATÁ-LOS
Por último, o Talmud ordena que se deve matar os cristãos sem
misericórdia. No Aboda Zarah (26b), diz assim:
"Aos hereges, traidores e apóstatas, devemos jogá-los dentro
de um poço e não devemos resgatá-los".
E no Choschen Hammischpat (338,10), lemos o que se segue: “A um espião,
devemos matá-los, onde quer que se encontre. Pode-se matá-lo mesmo
antes que confesse. E mesmo que se saiba que ele apenas tentava fazer um dano
a alguém e mesmo que esse dano não seria muito grande, pode-se
condená-lo à morte... Muitos (rabinos) dizem que se devem matar
um traidor unicamente quando for possível proceder assim, não
deve matá-lo pois ele não será pior do que os outros que
nos perseguem".
E no Choschen Ham (338,15), diz novamente assim:
"Se pudermos provar que alguém atraiçoou Israel três
vezes, ou tenha dado dinheiro dos israelitas aos akum, deve-se encontrar um
meio, após uma prudente deliberação, de fazê-lo desaparecer
da terra".
Um cristão merece a morte caso seja encontrado estudando a Lei de Israel.
No Sanhedrin (59a) lê-se o seguinte:
"O rabino Jochanan diz: “Um goi que bisbilhoteie a Lei é culpado
de morte".
OS JUDEUS BATIZADOS (CRISTÃOS) DEVEM SER CONDENADOS À MORTE
No Hilkhoth Akum (X,2) lê-se assim:
"Estas coisas (condenação à morte) estão dirigidas
aos idólatras, porém também aos israelitas que deixam sua
religião e se convertem em amantes dos prazeres, devem ser mortos e devemos
perseguí-los até o fim, porque eles ofendem Israel e afastam as
pessoas de Deus".
E no Iore dea (158,2 Hagah), diz assim:
"Deve-se matar os renegados que se entregam aos prazeres dos akum, e que
se contaminam com eles através dos cultos das estrelas e dos planetas,
como aqueles costumam fazer".
No Choschen Ham (425,5), diz igualmente assim:
"Merecem o nome de epicureus (adeptos ao prazer da carne e da mesa) os
judeus que se convertem em epicureus, que se entregam à adoração
das estrelas e dos planetas e pecam com malícia; também aqueles
que comem carne de animais feridos, ou que se vestem com roupas frívolas;
igualmente aqueles que negam a Torá e os profetas de Israel. A lei ordena
que se deve matá-los a todos; e os que detêm o poder sobre a vida
e a morte devem matá-los; e se isso for impossível, deve-se conduzi-los
à morte por meio de métodos enganosos".
O rabino Maimônides, no Hilkhoth Teschubhah (III, 8) fornece a lista dos
que são considerados fora da lei:
"Existem três classes de pessoas que negam a Lei da Torá:
aqueles que dizem que a Torá não nos foi dada por Deus: mesmo
que seja um verso, uma palavra do mesmo, e que afirmam que foi a obra de Moisés.
Aqueles que rechaçam a explicação da Torá, ou seja,
a Lei Oral do Mischnah, não reconhecendo a autoridade dos doutores da
Lei, como seguidores do Tsadock (saduceus) e os Baithos; e aqueles que dizem
que Deus trocou a lei por outra nova lei e que a Torá não tem
nenhum valor, mesmo que não neguem que tenha sido dada por Deus, como
crêem os cristãos e os turcos. Todos estes negam a Lei de Torá.
OS CRISTÃOS DEVEM SER MORTOS PORQUE SÃO TIRANOS
Em Zohar (I, 25a), diz o seguinte:
"Os povos da terra são idólatras e sobre eles tem-se dito:
‘que sejam apagados da face da terra. Que se destrua a lembrança dos
amalakitas’. Eles estão ainda conosco no Quarto Cativeiro, ou seja, os
príncipes (de Roma)... que são realmente amalakitas".
OS PRÍNCIPES DEVEM SER MORTOS PRIMEIRO
Porque se lhe for permitido sobreviver, a esperança de libertação
dos judeus será em vão e suas orações pela libertação
do Quarto Cativeiro serão igualmente em vão. No Zohar (I, 219b0),
diz assim:
"É sabido que nosso Quarto Cativeiro durará até que
os príncipes dos gentios, que adoram ídolos, sejam destruídos".
E novamente no Zohar (11,19a) lê-se assim:
"O rabino Yehuda disse: ‘Venham e vejam como é: como os príncipes
(dos gentios) assumiram o poder sobre Israel e os israelitas não reclamam’.
Porém se ouvirá sua alegria quando o príncipe cair. Está
escrito que: O Rei dos egípcios morreu e logo os filhos de Israel foram
libertados do seu cativeiro; eles exclamaram e sua voz subiu até Deus".
DEVE-SE MATAR PRINCIPALMENTE O PRÍNCIPE DE ROMA (O PAPA)
Chamam-no de Reino de Esaú e dos Edomitas, o Reino do Orgulho, o Reino
do Mal, Roma Ímpia. Ao Império Turco chamam de Reino dos Ismaelitas,
que eles não desejam destruir. O Reino de Roma, não obstante deve
ser exterminado, porque quando Roma corrupta for destruída, a salvação
e a liberdade virá de Deus para o Povo Eleito.
O rabino David Kimchi escreve no Obadiam, assim:
"O que os profetas previram a respeito da destruição de Edom,
nos últimos dias, estava destinado para Roma, como explica Isaias (cap.
34, I): Vinde e acercai-vos, oh! nações, e escutai... Porque quando
Roma for destruída, Israel será redimido".
O rabino Abraham também diz o mesmo em seu livro Tseror Hammor, na seção
Schoftim:
"Imediatamente após a destruição de Roma, nós
seremos redimidos".
POR FIM, DEVE-SE MATAR TODOS OS CRISTÃOS, MESMO OS MELHORES
No Aboda Zahar (26b, Tosephoth), diz o seguinte:
"Deve-se matá-los, mesmo o melhor dos goiym".
No Schulcham Arukh, conforme palavras do Iore dea (158,1), onde fala que não
se deve matar os akum que não prejudiquem os judeus, ou seja, aqueles
que não empreendem uma guerra contra Israel, o sentido da palavra Milchamah
- guerra - é explicado da seguinte forma:
"Porém em tempo de Milchamah (guerra), deve-se matar os akum, porque
está escrito assim: “os bons entre os akum merecem ser mortos, etc".
O JUDEU QUE MATA UM CRISTÃO NÃO COMETE NENHUM PECADO, MAS SIM
OFERECE UM GRATO SACRIFÍCIO A DEUS
No Sepher Or Israel (177b), diz assim:
"Tire a vida de um kliphoth (não-judeu) e mate-o, e trarás
alegria a Deus, assim como quem oferece um incenso".
E no Ialkut Simoni (245c, n.772), lê-se como se segue: “DEPOIS DA DESTRUIÇÃO
DO TEMPLO DE JERUSALÉM, O ÚNICO SACRIFÍCIO NECESSÁRIO
É O EXTERMÍNIO DOS CRISTÃOS.”
No Zohar (III, 227b), o Bom Pastor diz:
"O único sacrifício que se pede é que eliminemos os
impuros que se encontrem entre nós".
O mesmo Zohar (II, 43a), explicando a orientação de Moisés
a respeito da redenção do primogênito de um asno, mediante
o oferecimento de um cordeiro diz:
"O asno representa os não-judeus, que devem ser redimidos através
do oferecimento de um cordeiro, que representa o rebanho disperso de Israel.
Porém se ele se recusar a ser redimido (salvo), então quebre-lhe
o crânio. Deve-se tirá-lo do livro dos vivos (matá-lo),
porque sobre eles já se disse: ‘Aquele que peca contra mim, eu o tirarei
do livro dos vivos.’”
OS QUE MATAM UM CRISTÃO TERÃO UM LUGAR ELEVADO NO CÉU
No Zohar (1,38b e 39a), diz assim:
"Nos palácios do quarto céu (o lugar mais elevado do céu
judaico) estão aqueles que lamentaram sobre Sião (Israel) e Jerusalém
e todos aqueles que destruíram nações idólatras
(não-judias)... e aqueles que mataram pessoas que rendem culto aos ídolos
estão vestidos com roupas douradas, para que sejam reconhecidos e honrados".
OS JUDEUS NUNCA DEVEM PARAR DE EXTERMINAR OS GOIYM; NÃO DEVEM DEIXÁ-LOS
EM PAZ E JAMAIS SUBMETER-SE A ELES
"Não comerás à mesa com idólatras, nem permitirás
que adorem seus ídolos; porque está escrito: ‘Não farás
aliança com eles nem será misericordioso com eles’ (Deuteronômio,
cap. 7,2): Ou os separa de seus ídolos ou os matarás".
No mesmo Deuteronômio (X,7):
"Nos lugares onde os judeus são fortes, não devem permitir
a permanência de nenhum idólatra..."
TODOS OS JUDEUS SÃO OBRIGADOS A SE REUNIR PARA DESTRUIR OS TRAIDORES
QUE SE ENCONTRAM ENTRE ELES
No Choschen Ham (338,16) lê-se o seguinte:
"Todos os habitantes de uma cidade estão obrigados a contribuir
com os gastos para a morte de um traidor, mesmo aqueles que tenham que pagar
outros impostos".
NENHUMA SOLENIDADE, POR MAIS SOLENE QUE SEJA, PODERÁ EVITAR A DECAPITAÇÃO
DE UM CRISTÃO
No Pesachim (49b), lê-se o seguinte:
"Disse o rabino Eliezer: “É permitido cortar a cabeça de
um ‘idiota’ (povos não judeus) durante a festa do Perdão, mesmo
quando cai no Sabbath. Seus discípulos perguntaram: Rabino, não
seria mais correto dizer ‘sacrificar’ (ao invés de ‘cortar a cabeça’)?
Mas este respondeu: De maneira nenhuma, pois é necessário rezar
enquanto se faz um sacrifício, e não há necessidade de
orações quando decapitas alguém".
O ÚNICO PROPÓSITO DE TODAS AS AÇÕES E ORAÇÕES
DOS JUDEUS DEVE SER A DESTRUIÇÃO DA RELIGIÃO CRISTÃ
E assim é, pois os judeus retratam o seu Messias e Libertador, que continuam
esperando, como um perseguidor que infligirá grandes calamidades sobre
os não-judeus. O Talmud enumera três grandes desgraças que
cairão sobre o mundo quando o seu Messias chegar. No Schabbath será
salvo dos três grandes males (desgraças), dos castigos do Messias,
de penar no inferno e da guerra de Magog, está escrito: “Olhai, lhes
enviarei Elias, o profeta, antes da chegada do ‘Dia do Senhor’”, etc.
NAS SUAS ORAÇÕES OS JUDEUS SUSPIRAM PELA VINDA DE SEU MESSIAS
VINGADOR
"Derramai vossa ira sobre as nações que não vos reconhecem
e sobre os reinos que não invocam vosso nome; derramai vossa indignação
sobre eles e fazei com que vossa ira furiosa caia sobre eles, persigai-os e
os destrói-os com vossa ira, sob os céus do Senhor".
Eles também rezam assim:
"Quanto tempo permanecerás prisioneiro, o vosso poder e vossa formosura
ficará sob o peso do opressor? Oh!, Deus! Mostrai vossa força
e vossa preocupação contra vossos inimigos; quebrai suas forças,
deixai que sejam confundidos...".
E novamente:
"Destrua a esperança do injusto (os não-judeus); deixe que
todos os heréticos morram imediatamente; extermine, quebre e destrua
o Reino Orgulhoso, providencie para que logo sejam subjugados todos os povos".
Enquanto eles assim agem, nesta mesma Sexta-Feira Santa, o "príncipe
do Império Orgulhoso" de Roma, o Papa, reza e ordena a todo mundo
cristão para que eleve preces por todos os hereges e por aqueles que
se encontram "perdidos", da seguinte maneira:
"Oremos também pelos pérfidos judeus, para que Deus Nosso
Senhor, retire o véu de seus corações, a fim de que reconheçam,
junto com nós, A Jesus Cristo, como o verdadeiro Messias".
"Onipotente e sempre eterno Deus, que não excluas de Tua Misericórdia
nem os pérfidos judeus: ouça os rogos que dirigimos pela cegueira
daquele povo, para que, reconhecendo a luz de Tua Verdade, que é Jesus
Cristo, saiam de suas sombras pelo mesmo Deus e Nosso Senhor". (Oração
tradicional da liturgia da Sexta-Feira Santa, suprimida pelo Concílio
Vaticano II).
C O N C L U S Ã O
Cristo falou assim sobre os judeus (João, VIII, 41, 47):
"Vós fazeis as obras de vosso pai. Eles disseram-lhe: Nós
não somos filhos da fornicação; temos um pai, Deus. Jesus
disse-lhes: Se Deus fosse vosso pai, certamente me amaríeis, porque eu
saí de Deus e vim; porque não vim de mim mesmo, mas ele me enviou.
Por que não conheceis vós a minha linguagem? Por que não
podeis ouvir a minha palavra. Vós tendes por pai o demônio e quereis
satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio,
e não permaneceu na verdade; porque a verdade não está
nele. Quando ele diz a mentira, fala do que lhe é próprio, porque
é mentiroso e pai da mentira. Mas, ainda que eu vos diga a verdade, vós
não me credes. Qual de vós me argüirá de pecado? Se
eu vos digo a verdade por que não me credes? O que é de Deus ouve
as palavras de Deus; por isso vós não as ouvis, porque não
sois de Deus".
Em Mateus, XXIII, 24, 25, 27, 33, Cristo esclarece:
"Condutores cegos, que filtrais um mosquito e engolis um camelo!
Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Por que limpais o que
está por fora do copo e do prato, e por dentro estais cheio de rapina
e imundície... sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora parecem
formosos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda a
podridão. Serpentes, raça de víboras".
Maomé disse o seguinte a respeito dos judeus:
"Juro que descobrirás que os piores inimigos dos crentes são
os judeus e os idólatras; por outro lado descobrirás que os que
estão mais próximos do afeto dos crentes são os que dizem:
“Na verdade somos cristãos porque têm sacerdotes e monges orgulhosos".
Martinho Lutero também opinou assim, sobre os judeus:
"Os judeus são os verdadeiros mentirosos e cães sanguinários
que perverteram e falsificaram as escrituras desde o princípio até
o fim.
Todo o desejo, esperança e ansiedade de seus corações está
dirigido para a época em que poderão tratar os gentios (cristãos)
como trataram os gentios na Pérsia nos tempos de Ester. Como amam este
livro de Ester que tão maravilhosamente concorda com seus sanguinários,
vingativos e criminosos desejos e esperanças! Jamais o sol brilhou sobre
o povo mais sanguinário e vingativo do que este que imagina ser o povo
de Deus, que pensa e deseja subjugar os gentios".
"...Deves saber, querido cristão, que depois do diabo, não
tens mais duro, venenoso e violento ser do que um judeu que deseja sinceramente
ser judeu".
"...(Nas sinagogas) difamam, blasfemam, escarram sobre Cristo e todos nós".
"...Do mesmo modo que é impossível que os gafanhotos deixem
de saltar e as serpentes de morder, assim tampouco abandonará o judeu
sua inclinação para matar e assassinar cristãos onde quer
que possa".
"...São tão cegos que, não só praticam a usura
(sobre seus demais vícios me calo), como também ensinam a mesma
como um direito ordenado por um deus através de Moisés".
"...O sol não luziu jamais sobre um povo mais sanguinário
e vingativo, sendo que o melhor que lhes ocorreu foi ser o povo eleito de Deus,
que deve, como imperativo categórico, assassinar e degolar os gentios".
"...O judeu não é um alemão, mas um enganador; não
é um ocidental, mas um falsário; não é um cidadão,
mas sim um estrangulador".
"...Eu não queria escrever nada mais contra os malditos judeus,
porém me vejo obrigado, ao reparar que esta miserável e insana
gente não pára de tentar nos seduzir".
* * *
"O que há de surpreendente
no fato de se encontrarem no Talmud alguns ataques contra Jesus? Estranho seria
se fosse de outra maneira, e se temos de nos admirar de algo, seria pelo fato
destes ataques não serem maiores".
Isidore Loeb (Secretário da Aliança Israelita Universal (In Revue
de Études Juives, Tomo I, p.256).
In Dos Judeus e Suas Mentiras