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 PEDOFILIA NA IGREJA E IGREJA DA NATIVIDADE


 Junho de 2002

PEDOFILIA NA IGREJA E IGREJA DA NATIVIDADE

Na mais recente ofensiva israelense contra o povo palestino, o mundo assistiu chocado ao barbarismo praticado pelo exército judeu. Dentre as inomináveis atrocidades cometidas, o cerco à Igreja da Natividade(1) teve repercussões na Igreja Católica em todo o mundo e mostrou uma das mais diabólicas facetas da mídia hebraica.

Quem conhece os bastidores da imprensa sabe muito bem o que significa "reportagem de gaveta". São artigos, entrevistas, filmagens e outros materiais (incluindo dossiês) abordando assuntos particularmente sensíveis, mas que não são publicados. Ficam guardados em alguma "gaveta" para serem utilizados em chantagens, "denúncias" e práticas afins.

Pedofilia e homossexualismo existem em muitos lugares. A Igreja Católica e, em maior intensidade até, a sinagoga hebraica, não são exceções. As informações colhidas pela imprensa sobre pedofilia no sacerdócio são - sempre foram - meticulosamente classificadas e arquivadas em alguma "gaveta", ou, mais freqüentemente, em algum cofre, para uso em ocasiões "oportunas".

O cerco contra a Igreja da Natividade, construída no local onde Jesus Cristo nasceu, é o maior dos barbarismos que pode ser cometido contra o cristianismo. É mais grave até que um eventual cerco ao Vaticano. Quando o exército do carniceiro judeu Ariel Sharon iniciou o cerco e os ataques, provocando incêndios e destruindo parcialmente a Igreja - até o irmão tocador do sino foi morto pelos judeus -, uma luz amarela acendeu na central mundial judaica de ludibriação e manipulação de não-judeus ("não-judeus" são denominados "goyim", em hebraico, que, em português, significa "gado"). Era preciso calar a Igreja Católica, para que não se levantasse diante de tamanha atrocidade, pois isso poderia desestabilizar, como nunca antes, a hegemonia judaica sobre ocidente e, particularmente, sobre os cristãos. Era preciso colocar a Igreja Católica na defensiva, para que ela não pudesse denunciar a grande afronta e desrespeito em curso.

Consultados os "arquivos", foram selecionadas as mais baixas e apócrifas "reportagens de gaveta" disponíveis, algumas feitas há mais de 30 anos. Então, o mundo, ao mesmo tempo em que assistia o exército judaico disparar canhões, mísseis e bombas contra o mais sagrado símbolo do cristianismo, via na mídia a mais violenta campanha difamatória que a Igreja Católica já sofreu. Ludibriados e chantageados pela hipocrisia dos judeus, os católicos não se deram conta da gravidade dos acontecimentos, que seu símbolo máximo estava sendo violado e destruído.

O Vaticano, comandado por João Paulo II, um dos tantos Papas nascidos de mãe judia - e por isso judeu - cercado por um alto clero também formado por (cripto)judeus, que não hesita um só instante em eliminar qualquer obstáculo de seu caminho - mesmo que seja um Papa -, não apenas calou como - colaborando com a mídia hebraica - centrou toda a sua atenção em explicar as "denúncias" de pedofilia, que inundaram os noticiários do planeta no período em que o cerco e os ataques ao grande símbolo católico era efetuado.

Terminado o cerco, os ataques e a destruição da Igreja, as denúncias de pedofilia, como que por encanto, praticamente sumiram dos noticiários, e em seu lugar, paulatinamente, são vistas simpáticas reportagens que visam amenizar as críticas de outrora e restaurar a credibilidade da Igreja Católica, instituição que tem prestado inestimáveis serviços aos planos judaicos, tão bem retratados nos "Protocolos dos Sábios de Sião".

Onde estão os teólogos, pensadores, libertadores, enfim, a elite pensante católica, em momentos como este?

Você, "não-judeu", cristão ou não, esteja ciente que o judeu não é teu amigo e só quer te escravizar.

L I B E R T E - S E !

 

M. L.

Nota:
(1) A "Basílica" da Natividade, construída no local onde Jesus Cristo nasceu, foi aqui denominada de "Igreja" da Natividade, para melhor compreensão e inter-relação com as "denúncias" veiculadas. Tal deturpação onomástica foi efetuada pela mídia hebraica, já com o objetivo de minimizar a importância do mais sagrado local do cristianismo.

 


Soldados judeus tiram foto junto a palestino por eles assassinado (2002)

 


Soldado judeu mirando em crianças, na época da
ofensiva contra a Basílica da Natividade, em 2002.


 

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