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Matar os não-judeus é o mesmo que fazer um sacrifício à Deus


O assassinato de não-judeus por judeus é chamado pelo Talmud de "sacrifício à Deus"(Zohar, III, 2276 and I, 38b and 39a). Matar não-judeus por degola é especialmente recomendada (Pesachim, 49b).

O filme que tornou-se campeão de propaganda judaica, "A lista de Schindler", descreve Schindler lamentando por ter "salvado" tão poucos judeus dos campos de trabalho nazistas. Mas um pequeno e velho judeu diz para ele "no nosso livro sagrado, o Talmud, ele diz que se você salva apenas uma vida, é como se você tivesse salvo todo o mundo".

Na verdade, o que o Talmud diz é que se você salvar a vida de um único judeu, é como se você tivesse salvo todo o mundo. De acordo com o Talmud, a vida dos não-judeus não possuem nenhum valor.

É mais importante para relembrar, aos judeus, que o Talmud não é um documento rabugento e obsoleto. Os rabinos ensinam que ele é um importante documento de ensino, nos dias modernos, um livro sagrado indispensável. A juíza Ruth Bader Ginsburg, da Suprema Corte de Justiça dos Estados Unidos, uma crente judaica fervorosa, foi citada no jornal The New York Times por ter atribuído ao Talmud o sucesso da sua carreira. "O Talmud", diz Ginsburg, "é meu guia sagrado para a minha vida diária"

Fonte: http://www.texemarrs.com


 

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