por Freiheit
SABEDORIA ÁRABE:
"Quem não sabe e não sabe que não sabe,
é um imbecil: deve ser internado.
Quem não sabe e sabe que não sabe,
é um ignorante: deve ser instruído.
Quem sabe e não sabe que sabe,
é um sonhador: deve ser acordado.
Quem sabe e sabe que sabe
é um sábio: deve ser imitado".
1. O que significa o termo "A Nova Ordem Mundial"?
O termo "Nova Ordem Mundial" é freqüentemente utilizado para citar a organização das relações internacionais pós-Guerra Fria. Entretanto, não é nesse sentido que utilizamos o termo. "Nova Ordem Mundial" se refere, aqui, ao processo de desculturação e destruição dos povos do mundo, especialmente os de origem européia, iniciado em fins do século XIX e, mais especificamente, à "Grande Onda": o processo em escala gigantesca de depravação e subversão das bases da civilização ocidental iniciado nos Estados Unidos na década de 50, e exportado pelo mundo nas seguintes.
2. Especificamente, o que faz a Nova Ordem? É boa?
Os países do Ocidente criaram a civilização européia. É sem dúvida uma das civilizações mais fantásticas já criadas em nosso mundo. Costuma-se defini-la por suas principais características: "civilização cristã, branca e ocidental". Uma breve análise do significado dos três adjetivos:
- CRISTÃ: todos os povos do mundo foram, de início, politeístas, e muitas partes do mundo assim se mantém. A civilização européia foi, entretanto, uma das ÚNICAS a se tornarem TOTALMENTE monoteísta, sob a fé cristã. Sob o adjetivo estão incluídas a crença em Jesus, por exemplo, e vários outros pontos de doutrina; entretanto, um ponto importantíssimo e que será extremamente exaltado são as suas LEIS MORAIS.
Um ateu, por exemplo, pode não acreditar em nenhum ponto da doutrina cristã. Mas ele jamais irá abjurar as leis morais (com as exceções que confirmam a regra; prova disso é que a maioria dos autoproclamados cristãos também não as respeitam). As leis morais e de comportamento cristãs são consideradas geralmente, por pessoas de qualquer credo ou origem, como boas e corretas, em última análise, as linhas mestras segundo as quais o caráter dos homens deveria (deve) ser construído. Em outras palavras, se retirarmos da Bíblia todo o seu caráter místico e religioso, o que ela é? Nada mais que UM CONJUNTO DE REGRAS PARA POSSIBILITAR A VIDA EM SOCIEDADE. Cremos que a moral cristã é um dos maiores pilares da civilização e da cultura ocidental.
- BRANCA: refere-se. numa primeira análise, à cor da pele; mais profundamente, às características biológicas daqueles que a criaram. O mundo é dividido em 4 grandes raças (divisão feita pelo sueco Carolus Linnaeus no séc. XVIII e aceita até hoje): a branca (caucásica), a negra (negróide), a oriental (mongolóide) e a americana (ameríndia). Existem discussões sobre se as raças oriental e ameríndia são ramos diferentes da mesma ou se são distintas.
Apesar da falta de provas conclusivas, acredita-se que o ramo negróide foi o primeiro a se diferenciar do homem original; os últimos teriam sido os mongolóides. Há cientistas que crêem que a divisão já teria aparecido antes do aparecimento do Homo sapiens (moderno, nós), e sim durante o período de Homo erectus. Tudo isso, claro, segundo o evolucionismo.
Todas as raças compartilham 99,5% de suas três bilhões de letras genéticas (DNA). A proporção de 0,5% representa cerca de QUINZE MILHÕES de diferenças genéticas ou mutações (o Homem também compartilha 98,4% de seu DNA com os chimpanzés).
Das três raças, a mongolóide criou as estupendas civilizações orientais (China e Japão, por exemplo); a branca criou a não menos estupenda civilização européia.
A raça negra, isolada na África, não avançou quase nada do estágio do homem pré-histórico, não chegando a criar um alfabeto, um sistema de medidas, um Estado organizado, na concepção da palavra que é aplica aos de outras raças.
Por dizer isto, serei provavelmente considerado "racista". Entretanto, tudo isso é facilmente verificável em qualquer livro de história.
- OCIDENTAL: é a localização geográfica da civilização européia: o Hemisfério Ocidental. Inclui a Europa (berço dessa civilização e a América ("àrea de ocupação tardia").
Estas são as bases da nossa civilização: branca e cristã, na parte ocidental do mundo.
A Nova Ordem Mundial esforça-se, basicamente, para destruir ambas as bases: branca e cristã. Como e porquê serão as próximas questões.
OBS. A citação sobre a localização geográfica da civilização branca européia não quer dizer, de maneira alguma, que a América seja um continente homogêneo racialmente. Muito pelo contrário:
- A América do Norte é quase totalmente branca. Suas minorias são quase insignificantes.
- As Américas do Sul e Central são quase totalmente mistas.
O quadro acima levou alguns extremistas a advogarem as teoria esdrúxula de que o fato do subdesenvolvimento sul-americano se deve à uma "impureza" racial. Essa idéia, é ridícula: revela grande idiotice, ingenuidade e falta de análise dos fatos. Por exemplo: a Argentina e o Uruguai são, proporcionalmente, MUITO MAIS BRANCOS E HOMOGÊNEOS do que os Estados Unidos. Por que não são grandes potências?
3. Como surgiu o "projeto" da Nova Ordem? Quem a lidera? Quais são os métodos?
No início do século passado, após as grandes transformações políticas sofridas pelo Velho Continente (especificamente, Revoluções Gloriosa e Francesa e as guerras napoleônicas), um quadro social totalmente novo havia aparecido. Durante séculos, os judeus já haviam se destacado na área de comércio e se tornado, em sua maioria, membros da classe mais rica da sociedade. Entretanto, a sociedade européia escolhia os líderes pelo nascimento: o dinheiro não dava à burguesia, ou aos seus membros judaicos, poder político. Com essas grandes transformações, a burguesia ascendeu ao poder; ainda, foi dada a cidadania em cada país aos judeus. Evidentemente, a burguesia dominou o quadro político dos países europeus, gradualmente. Seus membros judaicos, idem.
Em 1815, um jovem assiste, de longe, a batalha de Waterloo, vê a derrota de Napoleão, corre à costa belga, onde compra um barco, atravessa o Canal da Mancha, chega em Londres arrebentando os cavalos, e entra na Bolsa de Valores com a mais tranqüila fisionomia deste mundo. Seu nome: Nathan Mayer Rothschild. Sorri e começa a vender seus títulos. Todos pensam que deve estar a par do resultado decisivo da batalha, pois nenhuma notícia até aquele momento havia chegado. Pois Rothschild, honestamente, diz que Napoleão havia conseguido uma gigantesca vitória, dizimando os exércitos aliados!
O pânico toma conta dos portadores de ações, bônus e apólices. Baixa pavorosa! Os agentes de Nathan compram tudo por preço de banana. Mais tardem chega a notícia da estrondosa vitória e todos aqueles papéis, como é natural, sobem vertiginosamente. Estão quase na totalidade nas mãos de Rotschild, que realiza um ganho colossal e, à sombra dessa formidável riqueza, começa a dominar a Europa. Caíra o império militar de Napoleão, a maior potência política da época, e nascia o império endinheirado de Rothschild, a maior potência financeira dos novos tempos.
O barco que o trouxera a Londres não estava armado em corso - escreve Calixto de Wolski -, mas serviu à primeira façanha de pirataria financeira do século! E acrescenta: "Tudo isso foi encantadoramente fácil, devia ter dito com seus botões o fundador da raça de nossos reis atuais. Nunca se poderá saber o que intimamente pensou da revoltante incapacidade dos cristãos para a liquidação de suas contas. Quanto aos reis e imperadores, mais autênticos, porém menos hábeis do que ele, Rothschild, ínfimo corretor dum principezinho alemão; esses imperadores e reis, assombrosos pastores de povos, não compreenderam que eles e seus povos iriam assistir à eclosão dum novo poderio, e que os operários que trabalhavam na edificação desse poderio eram verdadeiros gênios. As testas coroadas - mais ou menos ungidas - não possuíam inteligência infusa! Iam em breve ter outros cuidados. Seus povos, aliás, aborrecidos pedinchões de Constituições, Cartas e outras liberdades do mesmo quilate, trabalhavam inteligentemente em favor do jogo dos judeus, fazendo... revoluções, sempre liquidadas com empréstimos, conversões ou outras velhacadas!..." Calixto de Wolski escreveu isso no prefácio de Russie Juive em 1882. Pouco depois, morria misteriosamente... Deve ser perigoso descobrir certas coisas...
A sociedade já chegou a um ponto de bastardia moral tão grande que já não mais se condena atos dessa natureza. Chama-se a isso HABILIDADE. Aperta-se a mão e coroa-se com títulos os homens que desse modo procedem, enquanto se mete na prisão o desgraçado que furtou um centavo para matar a fome dos filhos. O argentarismo sem piedade ganha, assim, bilhões, pouco se dando aos prejuízos alheios, das nações que se degladiam, do sangue derramado nos campos de batalha, das viúvas e órfãos sem pão, das economias de povos inteiros que se submergem nas voragens das bolsas! Isso é uma grande causa das aflições por que tem passado, vai passando e ainda há de passar o mundo.
O domínio do planeta por estes meios vem de longa data e é curioso que caiba sempre ao judeu. Antes dos Rothschild, os Fugger de Augsburg o haviam conseguido por análogos processos, perturbando o ritmo de vida ocidental e desviando a própria civilização de seu rumo. No ano de 1367, o primeiro Fugger se estabeleceu naquela gloriosa cidade alemã e começou a fortuna que um século depois era formidável e decidia a eleição de Carlos V como Imperador da Alemanha. Entre outros, Aloys Geiger nos conta que fizeram do arcebispo de Mainz seu testa-de-ferro, por ele conseguiram o monopólio da venda das indulgências papais e a realizaram com tal despudor e velhacaria que provocaram a revolta de Lutero! Em verdade, o arcebispo arrematara na Cúria Romana a percepção das indulgências do Jubileu por 10.000 ducados. Devia, porém, 20.000 aos Fugger e cedeu-lhes em pagamento aquela percepção a que eles deram o caráter de verdadeira exploração comercial, ávidos de lucro. Johann Tetzel, o famoso vendedor de indulgências dos escritos de Lutero, andava acompanhado do representante dos Fugger. Ao mesmo tempo que traficavam as indulgências da Igreja, esses argentários inescrupulosos organizavam em pleno século XVI um cartel de cobre, impondo pelo monopólio do comércio desse metal o preço de todos os mercados europeus e drenando para seus cofres rios de ouro. Daí a palavra "fuggern", comum na linguagem corrente da Alemanha do Sul, significando "falta de escrúpulo".
Antes dos Fugger, existira no século X o opulento João o Bom. Então, segundo nos conta Dante, a Itália era a "hospedaria da dor", mas, no meio dessa dor, nadava ele, o judeu que intervia nas eleições dos Papas e fizera de seu filho o anti-papa Anacleto!
Eis de longa data a mola secreta que explica os atos de inúmeros governantes. Na sombra, por trás deles, estão os João o Bom, os Welser, os Fugger, os Rothschild, os Zaharof, os Baruch, os Staviski e outros, calculando tão só seus lucros, sem o menor respeito e muito menos o menor amor pela sorte das nações que dependiam e dependem de seu maldito dinheiro!
Se abrirmos as documentadíssimas páginas de Van der Kindere, aprenderemos que, em Flandres, no século XVI, enquanto prestamistas decentes não iam além de 6,5% de juros, os judeus, livres de qualquer constrangimento, cobravam de 60 a 200%!!!
Isto os tornou prodigiosamente ricos em todos os tempos e por toda a parte, desde quando arrematavam os impostos aduaneiros do Império Romano aos 900 milhões de marcos anualmente dos empréstimos da Alemanha vencida na Primeira Guerra. Na Idade Média, desde Luís II encheram a França, onde o Languedoc se tornou uma nova Judéia. Carlos o Calvo quis reprimi-los e morreu envenenado. Carlos o Simples espantava-se da pobreza do povo e da opulência judaica. Luiz o Moço criou, por causa deles, o ofício de Preboste das Dívidas. Se Filipe Augusto não reage, tomariam Paris inteira, pois metade já lhes estava hipotecada...
"Quando Goethe morreu a 22 de março de 1832, Borne datou desse dia a liberdade da Alemanha. Na realidade, esse dia marca o fim de uma época, por que com ele começou a Idade Judaica em que vivemos". (Viktor Hehn - "Gedanken über Goethe"). É a idade que se caracteriza pelo culto do êxito, pela materialização da vida, pela divinização do ouro, pelo pragmatismo, sem o menor vislumbre de piedade para com os povos escorchados. O capitalismo científico faz do capital uma abstração monstruosa que vai devorar a sua própria sociedade com o monstro comunista que gerará!
O reconhecimento desse espírito judaico contrário à nossa civilização parte das maiores autoridades israelitas em assuntos que lhes dizem respeito. Num discurso pronunciado na cidade de Presburg, a 30 de julho de 1903, o dr. Leopold Kahn, notabilidade judaica, dizia: "O judeu nunca se assimilará. Jamais adotará hábitos e usos de outros povos. O judeu continuará judeu sob todas as circunstâncias". O dr. Mandelstan, professor israelita da Universidade de Kiev, declarava no Congresso Sionista da Basiléia: "Não desejo a assimilação dos judeus nas outras nações. Quero salvá-los como nação, porque tem uma aspiração comum conservada através da história na sua consciência nacional". Outro judeu, o sr. Felsenthal, defendia esta tese: "O judaísmo é um povo e não uma religião. O povo judaico é tudo. A religião é um acidente".
Em setembro de 1933, o American Jewish Congress ofereceu uma recepção ao historiador israelita Emil Ludwig. Nela, ele "concitou os israelitas do mundo inteiro a se unirem para que a comunidade judaica fosse reconhecida como entidade nacional". Acrescentou ainda que "mesmo que os israelitas não se estabelecessem na Palestina (ainda não existia o Estado de Israel), não haveria razão para que não fossem reconhecidos como nação. Citou o exemplo dos poloneses e dos tchecos, que, quando não dispunham de território, eram considerados entidades nacionais".
Apregoando sua pretensão de formarem assim um Estado dentro dos outros Estados ou superior a todos os Estados, os judeus apelam para o conceito de raça e religião, quando qualquer nação procura impedir a formação de lealdades nacionais que não as à sua própria nação.
Por que hão de os povos se curvarem aos desejos desse povo que o grande Hegel considerava "incapaz de elevar-se acima de uma concepção materialista de mundo?". Fichte pôs a questão em pratos limpos: "Por quase todos os países europeus se alastra UM ESTADO PODEROSO E INIMIGO que vive em contínua guerra com todos os outros Estados e presa terrivelmente sobre os cidadãos. É o Judaísmo. Não creio que seja tão terrível somente por formar um Estado isolado, separatista, estreitamente unido, mas porque esse Estado SE FUNDA NO ÓDIO A TODA A HUMANIDADE... Todos vós pronunciais palavras melífluas de tolerância, de direitos do homem e de direitos do cidadão. E não vedes que os judeus, que são, sem vós, cidadãos dum Estado mais sólido e poderoso que todos os outros, gozarão no vosso Estado de dupla proteção, esmagando assim vossos concidadãos. Eles querem os direitos do homem, embora no-los recusem, como pode-se ver no Talmud (algumas passagens do Talmud serão logo colocadas neste site); porém, se quisermos dar-lhes, precisamos primeiro cortar-lhes as cabeças numa noite e repor-lhes outras sobre os ombros para que não existam mais idéias judaicas". Ora, Fichte não é um panfletário anti-semita, nem um político, nem um troca-tintas qualquer; Fichte é um dos maiores pensadores da humanidade!
Há uma grande documentação que prova isso. Em 1806, por exemplo, num documento escrito pelo seu próprio punho, Sismondi já denunciava o judaísmo como o disfarçado organizador das seitas anti-cristãs, das sociedades secretas, da derrubada dos tronos, do enriquecimento pela usura, com o fito de dominar o mundo. Herder condenou a filantropia cristã, o nosso eterno sentimentalismo diante desse PERIGO FORMIDÁVEL pelos seus efeitos dissolventes e desmoralizantes. Em 1811, de Maistre previa a morte da Rússia em suas mãos. Em 1816, prevenia em carta o Czar. Em 1823, Goethe profetizava que sua influência extinguiria os sentimentos morais na Alemanha. Em 1844, lê-se no livro Coningsby, do futuro primeiro-ministro da Inglaterra, o judeu Benjamin Disraeli, que o mundo é governado por personagens diferentes daqueles que imaginam os olhos que não penetram atrás dos bastidores. Em 1847, Bismarck, num discurso ao Landtag prussiano, pedia textualmente que "os cristãos fossem emancipados dos judeus". Aliás, seu banqueiro particular era o judeu Bleichröder. Em 1869, Gougenot-Desmousseaux mostrava o judeu agindo na sombra -, meia dúzia de indivíduos dessa raça, donos do ouro e das associações secretas, dando ordens ao mundo inteiro. Em 1887, Calixto de Wolski, baseado nos documentos irrefutáveis de Brafman, dava à publicidade o segredo desses domínios nos países eslavos. E, enfim, em 1906, os formidáveis Protocolos dos Sábios de Sião, apregoados como uma falsificação, vieram confirmar ponto por ponto os libelos acusatórios.
As crises financeiras que se manifestaram várias vezes nos países de grandes concentrações de capitais, nestes últimos tempos, revelaram o divórcio absoluto entre os interesses das nacionalidades e os dos grupos financeiros. A fuga do ouro, de país para país; os pânicos das bolsas, conseqüentes de manipulações propositais; as contradições econômicas e políticas, assinalando uma marcha segura em detrimento das autoridades nacionais, - tudo isso pôs em evidência um fator absolutamente imprevisto no mundo moderno: a existência de uma política imperialista, que foge aos impositivos nacionais.
Tivemos, antigamente, o imperialismo militar, das nações fortes, que reduziam países livres à condição de escravidão. Em seguida, tivemos o imperialismo das nações econômicas, que conquistavam mercados para seus produtos. Foi dentro desse imperialismo complexo, dentro da luta econômica de povos contra povos que germinou um novo imperialismo, inimigo de todos os povos. O capitalismo, na sua obra de infiltração internacional, desnacionalizou-se, perdeu a idéia de pátria, tornando-se um destruidor de todas as pátrias.
O Estado liberal-democrático, adotando todas as normas do liberalismo econômico, facilitou a expansão dessa força dominadora. Havendo todos os povos erigido ao capital o culto de suas homenagens, esse novo Deus passou a oprimir os governos, a assoberbar os Estados, na sua marcha avassaladora. Tendo-se facilitado tudo ao capital, esse passou a atentar contra os princípios fundamentais da civilização cristã, como sejam o princípio da família e o princípio da Nação.
O capitalismo é hoje, no mundo, um permanente proletarizador das massas, um contínuo transmutador de valores morais, um açambarcador de economias privadas, um opressor da agricultura, da indústria e do comércio, tudo submetendo ao seu império.
O capitalismo organizado, seguindo a rota que lhe traçou Karl Marx, torna-se inimigo do próprio capital. Pois o capital é a conseqüência natural do princípio de propriedade, ao passo que o capitalismo organizado é a negação desses princípio. Na sua marcha avassaladora, a organização capitalista do mundo procura, antes de tudo, penetrar no organismo das nações, afim de aniquilá-lo. Começa, portanto, pela escravização dos governos.
Essa escravização se opera através dos "favores" dos empréstimos, pois o primeiro passo para tornar um governo escravo é torná-lo devedor. Quando essa potestade internacional pretende reduzir um povo à condição de escravo, o que ela faz não é mandar exércitos: manda banqueiros. Assim prossegue a marcha de escravidão de um povo. Os empréstimos se multiplicam; as emissões espinhosas se reproduzem; as operações e os negócios estabelecem a trama com que se manieta a nacionalidade. E um país que chegou a esse ponto não tem mais do que deixar-se sugar pelo tremendo polvo que lhe lançou os tentáculos. Pois a confusão se estabelece em todos os quadrantes da vida nacional. Os partidos políticos, em cuja prôa aparecem os amigos dos banqueiros, assumem atitudes as mais variadas para iludir o povo, ora com o acenar novas e maiores "liberdades", ora a defender obscuros princípios revolucionários. O povo aplaude e acompanha esses políticos que estendem sobre os banqueiros internacionais a clámide pura de suas intenções patrióticas, sagrando-os "amigos da Pátria".
Esse fenômeno vem de longa data. Ouçamos Lutero, em 1542, sobre o capitalismo então nascente:
"Eles (os banqueiros e capitalistas) têm todas as mercadorias em suas mãos e fazem com elas o que bem entendem, sem receio de elevar ou baixar preços conforme sua conveniência, oprimindo e destruindo os pequenos comerciantes, do mesmo modo que o peixe maior devora os peixinhos dentro d’água. Parece que foram instituídos senhores de todas as criaturas de Deus e libertados de todas as leis da fé e do amor... Somente se contentarão quando tiverem sugado o mundo inteiro e todo o ouro do universo lhes encher a pança... Todos estão expostos ao perigo e a ruína, ganha este ano, perde no seguinte, menos eles, os capitalistas, que ganham sempre, eternamente, ou reparam as perdas com novos lucros. Não é de admirar, pois, que tomem conta do mundo" ( Martin Luther: "Von Kraufhandlung und Wucher").
Os sionistas dominam o mundo, seja através do supercapitalismo, seja do comunismo.
Grandes partes dessa explicação foi retirada do grandioso livro de Gustavo Barroso, "Brasil: Colônia de Banqueiros", editado em 1934.
O livro Os Protocolos dos Sábios do Sião: Este livro teria sido formado com as notas secretas tomadas durante o Congresso Sionista Mundial realizado na cidade de Basiléia, no século passado. Apareceu primeiramente na Rússia, sendo que uma cópia foi ao Museu Britânico em 1906, onde adquiriu publicidade. Este livro tem sua autenticidade muito discutida: dois processos na década de 20 decidiram que era uma falsificação. Entretanto, é uma verdadeira profecia de tudo o que aconteceria neste século: seu autor (falsificador) deveria ser o vidente mais famoso desde Nostradamus! Contém, em diversos "protocolos", as etapas pelas quais o Judaísmo Internacional iria conseguir por as nações cristãs de joelhos, atingindo assim seu projeto de dominação mundial. Uma análise dele com diversas citações deverá logo estar pronta para ser lida neste site.
Em outros documentos, será analisada a forma como a dominação é exercida: pelo domínio e monopólio da Imprensa e pelo domínio financeiro. Aqui, uma pequena citação dos Protocolos (capítulo XII):
"Com a imprensa agiremos do seguinte modo. Que papel desempenha agora a imprensa? Serve para acender as paixões ou conservar o egoísmo dos partidos. Ela é vã, injusta, mentirosa e a maioria das pessoas não compreende absolutamente para que serve. Nós lhe poremos sela e fortes rédeas, fazendo o mesmo com todas as obras impressas.Transformaremos a publicidade, que hoje nos custa caro, porque nos permite censurar os jornais, em uma fonte de renda para nosso Estado. Nada será comunicado à sociedade sem nosso controle. Este resultado já foi alcançado em nossos dias, porque todas as notícias são recebidas por diversas agências, que as centralizam de toda a parte do mundo. Essas agências estarão, então, inteiramente em nossas mãos e só publicarão o que consentirmos".
"Trotski e Rothschild marcam a amplitude das oscilações do espírito judaico; estes dois extremos abrangem toda a
sociedade, toda a cultura do século XX".
Opinião do judeu Kadmi citada em León de Poncins - Les forces sécrétes de la Revolution.
Para finalizar, reproduzimos alguns trechos de artigo publicado pelo professor, educador e pesquisador Dr. Acácio Vaz Lima, permanentemente preocupado com os estranhos caminhos pelos quais são conduzidos os nossos jovens: "Ora, Os Protocolos dos Sábios do Sião é um livro de leitura fundamental nos dias que correm. Ajuda a compreender muitos acontecimentos políticos, econômicos e sociais, aparentemente ‘espontâneos’, mas que derivam de ‘comandos’ muito bem planejados...
Importa formular a seguinte indagação: as profundas alterações no bojo da família, entre nós, no que tange a valores e a comportamento, são espontâneas? Será que em apenas três décadas, de 1960 para cá, aprendemos a encarar o homossexualismo como uma coisa "normal", a ver no adultério - feminino e masculino - um "direito de buscar a felicidade"?
Os meios de comunicação em massa - a televisão à frente - estão empenhados numa insidiosa campanha contra os padrões morais do povo. Ora, se a família ‘é a sementeira da República’, no dizer de Cícero, segue-se que, por extensão, o sexo é um assunto sério ao ponto de interessar à organização política e econômica do Estado...
Se o assunto é tão sério assim, que seja tratado de maneira idônea, tanto mais que ele apresenta aspectos pedagógicos dotados de extrema delicadeza, como passo a explicar: os adolescentes de uma nação constituem seu maior e melhor patrimônio, sendo que todos os regimes sérios do mundo tratam de educar, aprimorar e aperfeiçoar os seus moços.
Ora, EDUCAR é, antes de tudo, APONTAR PARÂMETROS, exemplos aos moços educandos. Isto pela singela razão de que o jovem tende a IMITAR o que lhe parece belo.
Pergunto agora: acaso não é extremamente perigoso que adolescentes, e portanto, seres humanos que não tem a sexualidade bem definida, vejam como "exemplos" pessoas doentes, e doentes porque apresentar notórios desvios de sexualidade? E acaso aos adolescentes - pessoas que não tem a sexualidade definida, nem a personalidade formada - não parecerá tentador imitar os homossexuais, quando estes são "badalados", a exemplo de Cazuza, pelos meios de comunicação social, e mostrados como pessoas "bem sucedidas" e que "ganham milhões"?
O que está havendo?
A resposta é tétrica. O Ocidente vem sendo solapado, pacientemente, pelas forças que querem nos subjugar. Pelas forças que, com minúcia diabólica, estão descritas nos 'Protocolos'. Até quando seremos corrompidos?"
NOTA: O significado do termo "judeu":
Nesse texto, utilizou-se indistintamente a palavra "judeu" para indicar "sionista". Para evitar mal-entendidos, uma distinção se faz necessária:
SIONISTA: o Sionismo foi, inicialmente, o projeto para a criação de um Lar Nacional para os Judeus na Palestina. "Evoluiu" para o projeto de dominação mundial por parte de algumas lideranças judaico-sionistas, no final do século passado. Estes são os reais conspiradores contra a civilização ocidental, na qual infundem, aproveitando o seu domínio da mídia de comunicação de massa de das grandes corporações, tudo o que há de podre e corrompido, enquanto esperam manter o seu povo judeu (que eles acham que representam) puro e livre dessas imundícies.
JUDEU: se refere à qualquer praticante da religião judaica ou membro do povo judeu. Normalmente, não tem qualquer ligação com os primeiros, por cujas estripulias acabam pagando. Veja-se o caso da eleição do ex-presidente austríaco Kurt Waldheim. Este havia lutado por seu povo na segunda guerra. As lideranças sionistas não gostaram do fato de que tinha grandes chances de ser eleito, lançando uma campanha de ódio contra ele. Graças a isso, uma pacata comunidade de 7.500 judeus recebeu ameaças e sofreu atos de terrorismo causados por extremistas de direita. Nos solidarizamos com os rabinos que, em Nova York, certo dia saíram às ruas, com faixas nos seguintes dizeres (das quais temos as fotos): ISRAEL É UM CÂNCER PARA OS JUDEUS! Nossa homenagem também ao professor Israel Shahak, eminente escritor israelense, autor de diversos livros. Denunciou o racismo contra não judeus expresso no Talmud e pediu que fosse banido. Desnecessário dizer, foi (é) perseguido pelos governantes sionistas de Israel.
Assim, não afirmamos que os Protocolos dos Sábios do Sião são planos dos judeus, mas sim de judeus. Seria injusto afirmar isto em relação ao nobre povo de Moisés. Seria como culpar os cristãos pela "Santa" Inquisição.
4. Conclusão:
Através desse pouco minucioso artigo, esperamos, de maneira grosseira, ter exposto o que é, sobre o que age, e a evolução histórica da Nova Ordem Mundial. Sabemos não estarmos isentos de erros, mas os fatos principais são irrespondíveis: a nossa civilização se baseia nos dois grandes pilares: branca e cristã. A moral cristã vem sendo solapada pelo projeto inescrupuloso desse movimento, desde há muito tempo. Hoje, sua obra nesse ponto já está quase completa. Evidência? Saia na rua e observe as pessoas. Veja os atos de seus filhos adolescentes. Onde está a pureza e a moral cristã?
Os povos brancos do mundo estão em um processo de rápido desaparecimento, sem precedentes na história da Terra. Em 1930 eram 33% da população mundial. Hoje, são 9%, e decaindo rapidamente. No Brasil, a situação se repete. Sobre isso, muito ainda vai se escrever neste site. Agora, o mais horripilante é o fato da rápida desculturação dos povos brancos. Antigamente, éramos ensinados a ter respeito pelas conquistas de outras raças, sim, mas tínhamos um orgulho todo especial pelas conquistas da nossa própria. Isso foi quase completamente destruído. Ensina-se aos negros que tenham auto-estima e orgulho de suas origens, algo absolutamente certo, tendo em vista os séculos de dominação sofridos por este povo. Agora, qualquer branco que tenha orgulho das conquistas de seu povo e proclame isso em voz alta é, na hora, rotulado "racista". Os brancos não devem ter auto-estima: a eles é ensinado o que se chama de "sensibilidade". Estão se formando, sob nossos olhos, neste momento, a geração dos descendentes dos gloriosos povos de origem européia. Gerações ignorantes da glória da civilização ocidental. Ignorantes de seus grandes homens: Homero, Virgílio, Dante, Shakespeare, Voltaire, ad nauseam, se formaram nos últimos vinte anos sem conhecimento dessa gente. Essas pessoas deverão continuar a saga de seus antepassados: agora como? Toda criança, para se desenvolver bem, precisa ter um senso de identidade claramente definido. Se você é branco, você é privado disso em nome do "multiculturalismo".
É contra esse processo de destruição de todos os povos que nos levantamos. Uma reação há de começar. Disso depende o futuro da civilização ocidental, da humanidade e de nossos descendentes. É muito em jogo para nos acovardarmos! No Brasil, país multirracial, convivem pacificamente as mais variadas raças - a maioria negra (69% segundo entidades de defesa dos direitos dos negros), a minoria branca e uma quantidade muito pequena de asiáticos. Entretanto, os povos de origem africana são marginalizados economica e socialmente no país em que detém a maioria. Hão, um dia, de se levantarem contra esta injustiça.
De todas as regiões do Brasil, a Região Sul é a única em que os brancos são esmagadora maioria (+ de 85%). Enquanto em outras regiões ou a presença negra é majoritária (Nordeste) ou detém grande influência (Sudeste), aqui no Sul os povos brancos se mantiveram relativamente puros tanto biologicamente quanto culturalmente. Até agora. O processo de desculturação nos atinge de forma vertiginosa, como também atinge aos negros. Nossas crianças crescem longe de igrejas e aprendendo a "dançar" na "boquinha da garrafa". É apenas um exemplo do poderio criado pela cultura de origem africana no Brasil. A miscigenação anda a passos largos. A população brasileira tem um grande componente misto (geralmente contado como africano, tendo em vista que os genes dos negros são dominantes e o dos brancos são recessivos, isto é, os genes dos negros tem muito maior influência nos descendentes do que o dos brancos. O mesmo ocorre com casais em que um parceiro tenha cabelo loiro e outro castanho; não importam os antecedentes, a possibilidade de o filho ter cabelo castanho é quase o dobro da de ter cabelo loiro, isso em vista de que, nesses particular (cor de cabelo) o gene loiro ser recessivo e o castanho ser dominante). A miscigenação é um crime contra ambos os povos, negro e branco. Desnecessário dizer, nada se pode fazer com o que já aconteceu. O branco, na miscigenação, abdica de sua cultura e de seus antepassados, enquanto o negro idem. Apesar de ser, assim, um crime, os brancos são definitivamente mais prejudicados no Brasil. Além de seus genes terem menor influência no filho mestiço, são uma minoria em constante diminuição de número: os brancos costumam ter menos da metade do número de filhos dos negros, especialmente em classes sociais mas baixas. Isso indica que: se a miscigenação continuar, em algumas gerações os brancos DESAPARECERÃO do Brasil. A nível mundial, catastroficamente, também. Se bem me recordo, à morte de um povo causada deliberadamente por alguém se dá o nome de GENOCÍDIO. Isso está acontecendo, e continuará se ninguém se levantar contra essa loucura.
É nesse propósito que acreditamos que deva ser feita a separação do Sul do Brasil do resto do país. Um país para os brancos do Brasil, onde sua morte, tanto racial quanto culturalmente, possa ser evitada. Do mesmo modo, para os negros no resto. A história do Brasil pode ser contada em termos da terrível espoliação sofrida pelos povos africanos nesse solo. Nos libertando, estaremos também proporcionando liberdade aos descendentes dos antigos escravos. Que entre eles surja um líder que os leve à verdadeira liberdade. Que ambos os povos possam viver, em territórios separados, como amigos, orgulhosos de suas próprias origens e respeitosos quanto às do vizinho!
Finalizando, vamos ver algo que Theodor Herzl, fundador do Movimento Sionista, escreveu:
"Se nós quisermos trazer a unidade da humanidade sob nosso comando, independentemente das fronteiras nacionais, teremos que combater o ideal de patriotismo. Este, entretanto, se provará mais forte do que nós por inúmeros anos a seguir".
"Não é possível, ó atenienses, que a injustiça, o perjúrio e a mentira adquiram uma potência duradoura. Esses artifícios podem, durante um certo tempo, criar uma ilusão, mas não tardarão em desnudar-se".
Demóstenes (Atenas, 384 AC - 322 AC)
Originalmente publicado por Freiheit
