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E N Ç Ã O: |

OS PROTOCOLOS
dos Sábios
de Sião
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O CONSELHO de Estado
será preposto a sublinhar o poder do governo; sob a aparência
dum corpo legislativo, será, na realidade, uma comissão
de redação das leis e decretos do governante.
Notas e comentários (1) Foi o que praticaram na Rússia: apoderaram-se de tudo e fizeram o que quiseram sem dar satisfações a ninguém. Segundo documenta Pemjean, no "La Maffia Judeo-Maçonnique", págs. 227-231, a revolução bolchevista foi comanditada pelo judeu-norte-americano Jacob Schriff, chefe da firma bancária Kuhn, Loeb & Co., de Nova York, associado aos banqueiros judeus Felix Warburg e Otto Kahn. Foi esse mesmo grupo de negocistas quem levou a presidência da República seu testa de ferro Hoover, com o fito de estabelecer a moratória do Plano Young, com o que, através da Alemanha humilhada, o judaísmo encheu o papo. Cf. Valéry-Radot, "Les temps de la colère", pág. 51. Os judeus Mortimer Schriff, irmão do banqueiro Jacob, Jeronimo H Hanauer, Guggenheim, Max Braitung e Warburg Stockolm, da gazeta novayorquina "Foward" ("Avante"), tomaram parte na organização e financiamento da revolução bolchevista russa por intermédio do judeu Bronstein que tomou o nome de Trostky.Tudo isso foi revelado em abril de 1917 pelo judeu Paulo Warbug, despeitado por ter sido posto fora do Federal Reserve Board. Ele fora amigo íntimo dos grandes propagandistas do judaísmo: o rabino Magnés e Jacob Millikow. Gozara da intimidade de Jacob Schriff. Tudo isso está comprovado por um documento autêntico dos Estados Maiores Francês e Russo, de 1916, publicado por Léon de Poncins em "Les forces secrètes de la Révolution", págs. 168-170. (2) Essa política vem de muito longe, desde que os próprios cristãos, obedecendo a sugestões, intrigas e idéias maquiavélicas, quebraram a unidade do seu pensamento e de sua fé. "Foi o espírito judaico que triunfou com o protestantismo", afirma o judeu Bernard Lazare, "L'Antisémitisme", vol I, pág. 225. "O espírito judaico que penetrou a reforma trabalhou pelos judeus", diz o imparcialíssimo Georges Batault, "Le problème juif", pág. 188, nota. "O puritanismo é o judaísmo", diz Werner Sombart, "Die Juden und das Wirtschaftsleben", cap. XI, pág. 252, Cf. VII, 255. (3) A loja maçônica dos B'nai-Brith, só de judeus, por exemplo. (4) Nessa dispersão, o judeu,
para se conservar puro e unido, criou o ghetto, que os ignorantes atribuem as perseguições
dos cristãos. O imparcialíssimo Batault, op.cit. ,
pág.99, afirma:"se os judeus foram encerrados em bairros especiais, é porque foram os primeiros
a desejar isso, o que seus costumes e convicções exigiam".
O judeu B. Lazare, op. cit. , pág 206, confirma: " Os
ghettos que, muitas vezes, os judeus aceitavam, e mesmo procuravam, no seu desejo de se separarem do mundo,
de viverem à parte, sem se misturar com as nações,
a fim de guardarem a integridade de suas crenças e de sua
raça. Tanto assim que, em muitos países, os éditos
que ordenavam aos judeus de se confinarem em bairros especiais somente
consagravam um estado de coisas já existente." |
Resumo Interpretação
maçônica da palavra "liberdade".
DEFINIREMOS da seguinte maneira a palavra "liberdade", que pode ser interpretada de vários modos:
A liberdade é o direito de fazer o que a lei permite(1). Tal interpretação
da palavra liberdade nos tempos que vão vir fará com
que toda liberdade esteja nas nossas mãos, porque as leis
destruirão ou criarão o que nos for agradável,
segundo o programa que já expusemos.
Se no momento atual, já soubemos apoderar-nos dos espíritos
das sociedades cristãs de tal modo que todos olham os A literatura e o jornalismo são as duas forças educativas mais importantes; por isso, nosso governo será proprietário da maioria dos jornais. Assim, a influência perniciosa da imprensa particular será neutralizada e adquiriremos enorme influência sobre os espíritos. Se autorizarmos dez jornais, fundaremos logo trinta, e assim por diante.
O público nem desconfiará disso. Todos os jornais
editados por nós terão, aparentemente, tendências
e opiniões as mais opostas, o que despertará
a confiança neles, e atrairá a eles nossos adversários
confiantes, que cairão na armadilha e se tornarão
inofensivos. (7) Terão, como o deus hindú Vichnú, cem mãos, cada uma das quais acelerará a mudança da sociedade(9); essas mãos conduzirão a opinião no sentido conveniente aos nossos fins, porque um homem muito agitado perde a faculdade de raciocinar e facilmente se abandona à sugestão. Os imbecis que pensarem que repetem a opinião de seu partido repetirão a nossa opinião ou a que nos convier. Imaginarão que seguem o órgão de seu partido e seguirão, na realidade, a bandeira que arvorarmos por ele.
Para dirigir nesse rumo nosso exército de jornalistas, deveremos
organizar essa obra com cuidado muito especial.Sob o nome de escritório
central de imprensa, organizaremos reuniões literárias,
nas quais nossos agentes dirão, sem que ninguém desconfie,
a palavra de ordem e os sinais. Discutindo e contradizendo nossa
iniciativa de modo superficial, sem penetrar no âmago das
questões, nossos órgãos entreterão vaga
polêmica com os jornais oficiais, a fim de nos dar os meios
de nos pronunciarmos mais claramente do que o poderíamos
fazer nas nossas primeiras declarações oficiais. Refutaremos enérgicamente em nossos órgãos oficiosos os balões de ensaio lançados por nós na terceira categoria de nossa imprensa, em caso de necessidade. Já agora, nas formas do jornalismo francês, pelo menos existe uma solidariedade franco-maçônica. Todos os órgãos da imprensa estão ligados entre si pelo segredo profissional; semelhantes aos antigos augures, nenhum de seus membros revelará o segredo de suas informações, se não receber ordem para isso. Nenhum jornalista ousará trair esse segredo, porque nenhum deles será admitido na órbita da literatura, se não tiver uma mancha em seu passado; essa mancha seria imediatamente revelada. Enquanto tais manchas forem conhecidas somente por alguns, a auréola do jornalista atrairá a opinião da maioria do país e ele será seguido com entusiasmo. (10).
Nossos cálculos se estendem sobretudo para a província.
É necessário que nela excitemos esperanças
e aspirações opostas às da capital que faremos
passar como espontâneas. é claro que a fonte será
sempre a mesma: elas partirão de nós. Enquanto não
desfrutarmos o poder de modo completo, teremos a necessidade de
envolver as capitais pelas opiniões dos povos da província,
isto é, pelas opiniões da maioria manobrada por nossos
agentes. É necessário que as capitais, no momento
psicológico, não discutam o fato consumado, por isso
é que já foi aceito pela opinião provincial.
Notas e comentários
(3) Em outro ponto deste capítulo dos "protocolos", este pensamento é ainda mais explícito, como veremos. (4) "La Libre Parole", de Paris, tem denunciado documentadamente que as agências internacionais como a Havas, a United Press, etc... estão na mão dos judeus. (5) Esse desideratum já foi conseguido na Rússia, onde só o Estado é editor de livros, revistas, folhetos e jornais. (6) É o chamado espírito
revolucionário. O judeu encarna-o. Cf. Gougenot des Mosseaux,
"Le juif, le judaisme et la judaisation des peuples chrétiens",
pág. 25, : "O judeu é o preparador, o maquinador,
o engenheiro-chefe das revoluções". Gregos e Troianos, todos estão de acordo quanto ao espírito revolucionário judaico. Os "Protocolos" também, pois, são a quintessência do pensamento judaico, como vamos provando. (7) Ver a nota 2, com atenção. (8) Tomai, pois, muita cautela com certos jornais que se fingem anti-judaicos. Cuidado com o anti-judaísmo do Sr. Geraldo Rocha, antigo servidor de Israel! (9) V. o que diz Ford no "O Judeu Internacional" : "por trás de espetaculares aparências, se oculta um Proteu"... Tudo isso e o que se segue sobre a imprensa merece ser meditado e comparado com a realidade. Então se verificarão coincidências e fatos que se não tinham percebido. Continuando a observar, verifica-se que tudo obedece a um sistema de articulação secreto... (10) Cautela com os antigos sócios
ou assalariados de judeus, que, dizendo-se outrora ignorantes e
pecadores e agora esclarecidos e arrependidos, fazem campanha superficial
e de efeito contra Israel... Quem andou de grilheta sempre arrasta
a perna... Lembrai-vos dos inúmeros braços do Vichnú
dos "Protocolos" e das inúmeras formas do Proteu
de Henry Ford. (11) O contrário justamente do que a imprensa faz hoje, desmoralizando com o escândalo e a sociedade e os homens públicos. |
CAPÍTULO XIII
A NECESSIDADE do pão quotidiano impõe silêncio aos cristãos, e fez deles nossos humildes servidores. Os agentes tomados entre eles para a nossa imprensa discutirão por nossa ordem o que nos convier fazer imprimir diretamente em documentos oficiais, e nós mesmos, durante esse tempo, aproveitando o rumor provocado por essas discussões, tomaremos as medidas que nos parecerem úteis e as apresentaremos ao público como fato consumado. Ninguém terá a audácia de reclamar a anulação do que tiver sido decidido, tanto mais quanto será apresentado como um progresso.A imprensa, aliás, chamará logo a atenção para novas questões. Temos, como sabeis, homens acostumados a procurar sempre novidades. Alguns imbecis, acreditando-se instrumentos de sorte, se lançarão sobre essas novas questões, sem compreender que nada entendem do que querem discutir(1). As questões da política não são acessíveis a ninguém, exceto àqueles que as criaram, há muitos séculos, e que as dirigem.
Por tudo isso, vereis que, procurando a opinião da multidão,
não fazemos mais do que facilitar a realização
de nossos desígnios, e podeis notar que parecemos buscar
a aprovação de nossos atos, mas de nossas palavras
pronunciadas nesta ou naquela ocasião. Proclamamos constantemente
que, em todas as nossas medidas, tomamos por guia a esperança
unida à certeza de ser úteis ao bem de todos.
Notas e comentários
(1) "Fujam das novidades", já aconselhava há muitos séculos um grande papa, S. Diniz, ao patriarca de Alexandria. (2) Vêde, como o panorama dos concursos de beleza, das competições esportivas, dos reides, dos recordes de velocidade, de tudo quanto nesse setor apregoa retumbantemente a imprensa, afasta a maioria do povo dos assuntos sérios, da meditação sobre seus próprios interesses que são os interesses da pátria. (3) O Sr. Geraldo Rocha, que hoje
combate os judeus, foi quem introduziu no Brasil os concursos de
Rainha de Beleza, pela "A Noite", de parceria com o judeu
de Waleffe... (3) Algumas mesmo fingem atacar o judaísmo. |
Resumo QUANDO vier nosso reino,
não reconheceremos a existência de nenhuma outra religião(1) a não ser a de nosso
Deus Único, com a qual nosso destino está ligado,
porque somos o Povo Eleito, pelo qual esse mesmo destino está
unido aos destinos do mundo.Por isso, devemos destruir todas as
crenças. Se isso faz nascer os ateus contemporâneos,
esse grau transitório não prejudicará nossa
finalidade, mas servirá de exemplo às gerações
que ouvirão nossas prédicas sobre a religião
de Moisés, cujo sistema estóico e bem concebido terá
produzido a conquista de todos os povos. Feremos ver nisso sua verdade
mística, em que, diremos, repousa toda a sua força
educativa.Então publicaremos em todas as ocasiões
artigos em que compararemos nosso regime salutar com os do passado.
As vantagens do repouso obtido após séculos de agitação
porão em relevo o caráter benéfico de nosso
domínio. Os erros das administrações dos cristãos
serão descritos por nós com as cores mais vivas. Excitaremos
tal repugnância por eles que os povos preferirão a
tranquilidade da servidão aos direitos da famosa liberdade
que tanto tempo os atormentou, que lhes tirou os meios de vida,
que os fez serem explorados por uma tropilha de aventureiros, os
quais nem sabiam o que estavam fazendo...As inúteis mudanças
de governo a que impelimos os cristãos, quando minávamos
seus edifícios governamentais, terão de tal jeito
fatigado os povos que preferirão tudo suportar de nós
ao risco de novas agitações. Sublinharemos muito particularmente
os erros históricos dos governos cristãos, que por
falta dum bem verdadeiro, atenazaram durante séculos a humanidade,
na busca de ilusórios bens sociais, sem dar fé
que seus projetos somente faziam agravar, ao invés de melhor,
as relações gerais da vida humana.
Notas e comentários
(1) É o que já se
dá na Rússia. Num discurso célebre de Stálin,
genro do judeu Kaganovitch, dono do antigo Império do Czar,
o atual Czar Vermelho, disse: "Em 1º de maio de 1937,
não deverá haver nenhuma igreja mais em toda Rússia.
A idéia de Deus deverá ser desprezada como um resto
da Idade-Média, como um instrumento que serviu de opressão
ao proletariado." |
CAPÍTULO
XV
Quando , afinal, começarmos
a reinar com o auxílio de golpes de estado preparados em
toda parte para o mesmo dia, depois da confissão dae nulidade
de todos os governos existentes (ainda
passará muito tempo antes disso, talvez um século), providenciaremos para que não haja
conspiratas contra nós. Para esse efeito, condenaremos à
morte todos os que receberem nosso advento de armas em punho. Toda
nova criação de qualquer sociedade secreta será
punida com a morte. Aquelas que ora existem, que conhecemos , que
nos serviram e que ainda nos servem, serão abolidas e somente
permitidas nos continentes afastados da Europa. Assim, trataremos
os franco-maçons cristãos que saibam demasiado; os
que pouparmos por qualquer razão viverão no perpétuo
temor do exílio para essas regiões(1).
Tanto os nossos desdenham esses triunfos, contanto que realizem
nossos projetos, quanto os cristãos estão prestes
a sacrificar seus projetos, contanto que consigam o êxito.
Essa psicologia facilita considerávelmente a tarefa de dirigí-los.
Esses tigres na aparência tem almas de carneiro e suas cabeças
são inteiramente vazias. Demos-lhes, como isca, o sonho da
absorção da individualidade humana na unidade simbólica
do coletivismo.Ainda não desconfiaram nem desconfiarão
tão cedo que essa isca é uma evidente violação
da mais importante das leis da natureza, que fez, desde o primeiro
dia da Criação, cada ser diferente dos outros, precisamente
porque afirma sua individualidade (7).
(1) Os cristãos deviam seguir estas regras de conduta para se defenderem.Mas se o tentarem, a imprensa judaizada clamará contra as crueldades e a tirania. (2) É o que esperam os maçons cúmplices e servos dos judeus. Cf. Henry Robert Petit, "Le drame maçonnique", Paris, 1936. (3) Por isso, tudo foi feito para derrubar o Czar e tudo será feito para derrubar o Papa... Mas as Portas do Inferno não prevalecerão contra a Igreja de Cristo, está escrito!... (4) Lenine foi um desses hipnotizadores.
Leia-se em Henry Robert Petit, op. cit., o capítulo sobre
o hipnotismo maçônico. É de estarrecer! (6) Que os maçons leiam
isso, os maçons ainda não de todo corrompidos, que
meditem na condenação da maçonaria, com excomunhão
maior, por dez Papas, a qual não seria imposta pela Santa
Sé levianamente, e abjurem a seita que deles faz, contra
suas pátrias, instrumentos cegos do judaísmo sem pátria! (7) Seria conveniente verificar no artigo de A. de Senger "L'Architeture en Péril", publicado pela "La Libre Parole", no folheto "L'Esprit Noveau", em 1934, como o comunismo judaico arrasa tudo e tudo nivela. A casa que abrigava a família passa a ser "a máquina de morar".Todas as tradições de arte são banidas, menos a dos negros e a dos sovietes, isto é, as bárbaras... (8) A Agua Toffana com que a maçonaria matava outrora ficou célebre. Lendo-se "Les morts mystérieuses", de Albert Monniot fica-se edificado. A documentação desse autor é irrespondível. A maior parte dos homens públicos que morrem subitamente foi tirada do caminho por aqueles a quem estava atrapalhando... (9) É possível negar esta evidência, cada vez maior? (10) Têm-se visto os exemplos desse castigo na Rússia bolchevizada e em mãos dos judeus. (11) As forças morais são tão importantes que mesmo os que as negam e só admitem a força, como o autor ou autores dos "Protocolos", as invocam, fingindo que se baseiam no bem geral, a fim de justificar seus planos monstruosos!... A palavra de Roma já nos preveniu contra o engodo, como vimos anteriormente. |
CAPÍTULO
XVI
A FIM de destruir todas as forças coletivas, exceto as nossas, suprimiremos as universidades, primeira etapa do coletivismo, e fundaremos outras com um novo espírito. Seus reitores e professores serão preparados secretamente para a sua tarefa por meio de programas de ação secretos e minunciosos, dos quais se não poderão afastar uma linha. Serão nomeados com uma prudência muito especial e serão inteiramente dependentes do governo (1).
Excluímos do ensino o direito cívico, assim como tudo
o que concerne às questões políticas. Essas
matérias serão ensinadas a algumas dezenas de pessoas,
escolhidas por suas faculdades eminentes. As universidades não
devem deixar sair de seus muros fedelhos que formem projetos
de constituição, como se compusessem coméidas
ou tragédias, e que se ocupem de questões políticas
que seus próprios pais nunca entendeream. O mau conhecimento
que a maioria dos homens tem das questões políticas
faz deles utopistas e maus cidadãos; podeis verificar o que
a educação geral fez dos cristãos. Foi preciso
que introduzíssemos em sua educação todos os
princípios que tão brilhantemente enfraqueceram sua
ordem social. Mas quando estivermos no poder, afastaremos da educação
toidas as matérias de ensino que possam causar perturbação
e faremos da mocidade crianças obedientes às autoridades,
amando quem os governa, como um apoio e uma esperança de
tranquilidade e de paz. (1) Vimos no Brasil, como exemplo, a Universidade do Distrito Federal, fundada para fins dissolventes e judaicos. Seus mentores e professores foram preparados judaicamente no estrangeiro, a fim de imporem à mocidade carioca a orientação que lhes traçaram seus mestres. O fenômeno se tem repetido por toda a parte. Em S. Paulo, o judeu Roberto Simonsen, magnata dos grandes negócios de café, inaugura e orienta a Escola Livre de Sociologia e Política, onde vai instilando o sutil e perfumado veneno de suas teorias. V. "Diário de S. Paulo", 15 de abril de 1936. (2) A história com esse sentido mentiroso, falso e caluniador já vem sendo de longa data feita pelo judeu, que quer apagar a memória da experiência e dos feitos dos povos cristãos. Seu ideal é transformá-los em gado, e gado não tem história... "Substituiremos o classicismo", dizem os "Protocolos". Por que? Responde claramente o judeu Pierre Paraf, em "Israel", 1931, pág. 162: "O classicismo marca evidente regresso à tradição católica". (3) Criação de compartimentos estanques e limitação da inteligência pela particularização. (4) O contrário do que pregam hoje. Ainda acima se citou uma escola livre do judeu Simonsen...É o cúmulo!... (5) Todo o sistema de educação é hoje conduzido no sentido prescrito nos "Protocolos". Os olhos, os ouvidos e as mãos aprendem maquinalmente, anulando-se pouco a pouco o trabalho do cérebro. O judeu Benjamin Cremieux ataca e critica isso no seu livro "Inquiétude et reconstruction". Há judeus com alguma consciência. (6) Nas traduções alemã (pág. 121), americana (pág. 56), polonesa e russa de 1920, aparece o nome de Bourgeois. Na Inglesa (pág. 63), está Bouscy. A verdadeira leitura, segundo os comentários do Monsenhor Jouin, é mesmo Bourgeois. "Os Protocolos", na verdade, referem-se a Léon Bourgeois, Presidente do Senado Francês e da Liga das nações, Ministro da Instrução Pública no Gabinete Brisson, em 1898, grande propugnador de iniciativas pedagógicas e do ensino leigo.
Sua ação pública combina com as finalidades
dos "Protocolos". |
CAPÍTULO XVII
O FORO cria homens
frios, cruéis, cabeçudos, sem princípios, que
em todos os momentos, se colocam num terreno impessoal, puramente
legal.Estão habituados a tudo empregar no interesse da defesa
de seus clientes e não para o bem da sociedade.Geralmente
, não recusam causa alguma, procurando obter absolvições
a todo o preço, recorrendo às sutilezas da jurisprudência:
assim, desmoralizam os tribunais. Permitindo essa profissão
dentro de limites estritos, faremos de seus membros, para evitar
aquele mal, funcionários executivos.Os advogados serão
privados, assim como os juízes, do direito de comunicar com
os demandistas; receberão as causas no tribunal, analisá-las-ão
conforme os pareceres e os documentos dos autos, defenderão
os clientes depois de seu interrogatório pelo tribunal, uma
vez esclarecidos os fatos, e receberão honorários
independentemente da qualidade do processo.Deste modo, teremos uma
defesa honesta e imparcial, guiada não pelo interesse, mas
pela convicção. Isto suprimirá, entre outras
cousas, a atual corrupção dos assessores, que não
consentirão mais em dar ganho de causa somente a quem paga. |