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Foto 40


Auschwitz, entrada do campo de Concentração, com o tradicional "Arbeit marcht Frei" - o trabalho liberta - Foto tirada por Castan. Observe o estilo arquitetônico da construção de 45 anos.

 

Auschwitz - O campo é composto por 31 pavilhões iguais aos da foto, tirada por Castan, cada um com 15 x 50 metros, separados por gramados e árvores.

 

 

Prisão de Spandau, em Berlim.

Foto tirada de dentro de um taxi, por Castan, pois é proibido parar e tirar fotos. Neste prédio só existe um prisioneiro. Está lá dentro a 40 anos, é guarnecido alternadamente por forças americanas, inglesas, russas e francesas, um mês para cada potência.

Está isolado; não sabe o que se passa no mundo, pois só recebe notícias científicas; está com mais de 90 anos (em 1987) de idade; mas resiste; parece que às vezes ainda canta, sozinho, canções de tempos antigos; está condenado à prisão perpétua; é a única vítima do Linchamento de Nürnberg, seu CRIME: Em 1941 ter voado à Inglaterra, para tentar acabar com a guerra entre Grã-Bretanha e Alemanha, propondo a Paz. O nome do prisioneiro: Rudolf Hess.

Digno de registro são as palavras que Rudolf Hess proferiu proferiu, ante o "Tribunal" de Nürnberg, no dia 31 de agosto de 1946:
" Não me defendo contra os acusadores, aos quais nego o direito de acusarem a mim e aos meus compatriotas. Não me defendo contra as acusações que competem aos assuntos internos da Alemanha, que nada importam aos estrangeiros.

Não protesto contra as declarações que afetam a minha honra e a honra do povo alemão. Durante longos anos da minha vida me foi concedido viver ao lado do homem mais poderoso produzido por meu povo em sua história milenar. Inclusive se pudese, não desejaria apagar este tempo da minha existência.

Me sinto feliz de haver cumprido com o meu dever como alemão, como nacional-socialista e como fiel do Führer. Não me arrependo de nada. Se tivesse que começar tudo de novo, trabalharia da mesma forma, inclusive se soubesse que me aguardaria, no final, uma fogueira para a minha morte. Pouco importa o que podem fazer os homens.

Comparecerei diante do Todo-Poderoso. A ele prestarei minhas contas e sei que me absolverá! "




Extraído do livro "Holocausto: Judeu ou Alemão? Nos Bastidores da Mentira do Século"
de S. E. Castan, edição 4, Editora Revisão, Porto Alegre (Brasil)

 

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