Seis Milhões Realmente Morreram?

A Verdade Afinal Exposta

do original em inglês de Richard Harwood


Prefácio da Nova Edição Canadense


Uso ou exploração comercial estão proibidos por copyright


"A História de Zündel"

 

Você tem diante de você a mais cara pequena publicação impressa em língua Inglesa (e agora também em língua portuguesa) nos tempos modernos.

 

Milhões de palavras estão sendo faladas e escritas sobre esta publicação como o resultado de dois julgamentos de Zündel.

 

Muitas horas de jornalismo televisado foi transmitido sobre o conteúdo desta publicação e suas controvérsias e julgamento.

 

O Governo do Canadá, e seus vários órgãos como a polícia, o escritório do Procurador Geral, o Departamento Canadense de Imigração, a corte (tribunal) com sua equipe, escriturários, estenógrafos, relatórios da corte e segurança pessoal consumiram milhões de dólares para pesquisas, equipe e espaço físico para o tribunal.

 

Ernst Zündel, o homem no centro desta controvérsia, não escreveu este folheto. Ele apenas adicionou quatro palavras ao texto original: "A Verdade Afinal Exposta". Ele forneceu fotos e recortes de jornais da parte interna da capa da publicação, mais uma frase embaixo da sua própria foto na página dois. Ele escreveu o texto da página três com o título: "Para Todos Canadenses Advogados e Representantes da Mídia" e assinou. Este foi o seu prefácio para a publicação.

 

Nada foi mudado – nem uma única palavra do texto foi escrito por um inglês chamado Richard Harwood que, Zündel pensou até o seu julgamento, estar lecionando na Universidade de Londres. Durante o julgamento, a testemunha Mark Weber revelou o nome real do autor, que era um estudante formado com honras na Universidade de Londres, Richard Verrall - pseudônimo Richard Harwood. Ernst Zündel não sabia disso na época da publicação.

 

O publicador original, inglês, não permitiu a Ernst Zündel mudar uma simples linha ou sentença na publicação Canadense, a qual você agora tem em suas mãos. Os registros do Tribunal revelam que Ernst Zündel relutou em aceitar isso, adicionando apenas um cupom promocional na página 30, e duas páginas em um "post scriptum" (ou alguma coisa para encerramento). Isso veio como uma resposta ao artigo reproduzido na topo direito da página 31, o qual, na época apareceu em muitos jornais canadenses de costa a costa. Ernst Zündel apenas reimprimiu "Did Six Million Really Die ?" pelo método de offset – uma duplicata exata, além das adições já mencionadas. Na corte, ele disse que se sentiu seguro fazendo isso porque a publicação estava sendo transcrita para 12 línguas, e estava sendo vendida sem qualquer problemas legais em 18 países. A única exceção era a África do Sul, onde a publicação foi proibida devido a pressão do loby Judeu. O pequeno livro entitulado "Six Million Did Die" (Seis Milhões Realmente Morreram) também estava sendo publicada na África do Sul, este pequeno livro figurou de forma mais visível no julgamento de Zündel em 1988.

 

Ernst Zündel tornou-se uma pessoa conhecida no Canadá, começando com seu (primeiro) julgamento em 1985, que durou sete semanas, e seu maratonístico julgamento em 1988 que durou cerca de quatro meses. A publicação fez Ernst Zündel e seus pontos de vista revisionistas famosos em todo o globo.

 

O caso Zündel está agora, pela Segunda vez em 10 anos, diante da Suprema Corte do Canada, porque a defesa percebeu que Seções Falsas de notícias do Código Criminal do Canadá, sob o qual Ernst Zündel foi penalizado e sentenciado em dobro, é inconstitucional, isso é uma ofensa contra as "Escrituras de Direitos e Liberdades" do Canadá (uma versão da the American Bill of Rights)

 

Ernst Zündel agora aguarda o veredito da mais alta corte do país – que pode ser liberdade, exoneração ou cadeia?

 

Você pode ser o Juiz e o Júri! Leia este livreto, e então pergunte-se: um homem deve ser batido, ofendido, aterrorizado, perseguido por quadrilha frenética, bombardeado e sofrer com ofensas criminais, arrastado por longos casos jurídicos e terríveis gastos processuais, por causa de poucos erros, cometidos por um escritor 10 anos antes? O que você pensa? Esta é a perseguição a Ernst Zündel, perseguido pelo estado, que quer punir alguém por suas convicções? "Pessoas que espalhariam o ódio nesta comunidade para nutrir convicções direitistas que atacam o delicado equilíbrio racial e a harmonia social em nossa comunidade devem ser punidas" (Juiz Thomas disse estas palavras no dia que sentenciou Ernst Zündel, Transcrição 10575)

 

O Que você pensa?

 

Este Alemão residente no Canadá não faz a coisa certa tentando responder a todas as sórdidas e sujas acusações contra a sua pessoa (na mídia, televisão, em livros de escola, etc.) usando escritas de um inglês para refutar estas muitas vezes ultrajantes reivindicações e penalidades?

 

Se alguém falasse coisas similares contra seu próprio grupo étnico, você não iria reagir?

 

Você é o juiz. Leia isso.


 

 

 

A TODOS JURISTAS CANADENSES E REPRESENTANTES DA MÍDIA:

 

Este livreto é o tipo de material que o Procurador Geral da Columbia Britânica considera ‘racista’. O Procurador Geral de Ontário, a exemplo do seu colega da Columbia Britânica, está conduzindo uma investigação contra a Samisdat Publishers preparatória a uma ação criminal por "promover o ódio contra um grupo identificável".

 

Samisdat aproveita esta oportunidade, entretanto, mal recebida, para testar a definição e consequentemente, a validade da assim chamada "Lei do Ódio", seção do Código Criminal do Canadá. O que está ficando claro para todos nós, até mesmo para esses que decretaram a denominada 'Lei do Ódio', é que nós não temos um instrumento tanto contra ódio como um instrumento contra verdade.

O Canadá foi um país civilizado antes da aparição da ‘Lei do Ódio’. Nós já tivemos leis contra o incitamento a desordem, homicídio, incendiários, a comissão de assaltos e danos físicos a pessoas. Nossas leis protegeram e ainda protegem cada cidadão contra a difamação, injúria e calúnia. Mas esta Lei do Ódio não vai banir os sentimentos de ódio, como nós o conhecemos. Proibir expressões de ódio podem igualmente causar tais sentimentos e aumentá-los até que explodam na forma de violência.

 

Antes da Lei do Ódio, nós Canadenses agíamos com maturidade quando encontrávamos expressões detestáveis. Nós simplesmente evitávamos os rancorosos e deixávamos eles vomitando a sua ira, não acompanhando nem apoiando. Em muitos casos, uma fria dose de ridicularização pública era suficiente para acalmar o mais vulcânico e a razão poderia ser restaurada. Mas alguma coisa aconteceu conosco, da forma como nós crescemos como um país, nós estamos menos maduros e menos seguros. A Lei do Ódio traz uma grave reflexão sobre nós mesmos. Ela revelou uma súbita perda de confiança em nossa própria sabedoria e juízo, e na sabedoria e juízo da grande maioria dos eleitores e cidadãos Canadenses. Repentinamente, nós temos que ser protegidos de nós mesmos e tanto exatamente quanto repentinamente, nós tornamo-nos refugiados da liberdade. Nenhuma democracia com tantas desconfianças pode permanecer democrática por muito tempo; ela torna-se um estado policial dentro da pior tradição dos estados policiais.

 

Infelizmente, apenas uns poucos indivíduos esclarecidos e corajosos protestam contra a Lei do Ódio. Tão densas eram as nuvem de histeria e meias-verdades sobre o assunto que apenas estes poucos perceberam os perigos inerentes em um estatuto que poderia ser usado por um órgão público para suprimir a liberdade de contestação e discussão de importantes assuntos públicos. Dentre estes poucos protestantes, eu me numero com orgulho, para eu falei e falo agora, em nome da nossa liberdade de agir e pensar como seres humanos.

 

Assim nós tropeçamos ao longo da estrada de 1984 de George Orwell, nós algumas vezes sentimos o gosto da sua escura fantasia do futuro à nossa frente. Perniciosas legislações de ‘pensamentos-crimes’ como a Lei do Ódio tinham chegado a nós já em 1984. Não baniu o ódio, mas baniu a verdade em favor de predatórios interesses cujo inimigo mortal é a verdade.

 

Este livreto está sendo enviado para você sem custos como um serviço público. Após ler ele, você é totalmente livre para concordar ou discordar do conteúdo. Você pode também ignorá-lo e não lê-lo. A verdade não necessita de coerção. Aqueles que escolhem ignorar a verdade não são punidos pela lei – eles punem a si mesmos. Nós da Samisdat Publishers não acreditamos que você deve ser forçado a ler qualquer coisa, nós não acreditamos igualmente que você deve ser forçado a não ler algo. Obviamente, nós temos muito mais confiança em seu capacidade de fazer um bom julgamento do que na Lei do Ódio! Se você concorda ou discorda com os fatos apresentados neste livreto, nós convidamos você a ajudar-nos a proteger e salvaguardar as liberdades que todos nós temos desfrutado, até agora, no Canadá.

 

Ajude-nos a remover esta vergonhosa mancha de opressão da nossa brilhante e luminosa terra. Ajude-nos a destruir a terrível espada da censura da mão daqueles que assassinam a verdade enquanto rumam a seus obscuros objetivos. Sem liberdade de contestar e liberdade de acesso à informação nós não podemos ter liberdade de pensamento, e sem liberdade de pensamento, nós não podemos ser pessoas livres. O assunto é urgente. Você pode ajudar-nos a restaurar e proteger a liberdade de todos os Canadenses?

 

Você pode ajudar decisivamente enviando sua contribuição para o Fundo de Defesa da Samisdat. Gastos legais são extremamente caros. Nós prevemos despesas diárias de $1.000,00 com pagamentos a advogados e reembolso de testemunhas que virão da Austrália, Israel, Europa e de todo o continente Americano. Qualquer coisa que você puder ajudar estará auxiliando a tornar 1984 um ano muito melhor para suas crianças e seus netos onde a liberdade de pensamento não será mais uma lembrança, mas uma bela realidade!

 


(Assinatura)
Ernst Zündel, Publicador
SAMISDAT PUBLISHERS LTD.





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Nota do Tradutor:

 

Espero que as palavras do Sr. Zündel, talvez o homem mais perseguido no Canadá atualmente, sirvam de alerta a todas as pessoas do planeta, especialmente àquelas de língua portuguesa. As forças ocultas que atacam Zündel também atacam S. E. Castan, de Porto Alegre (Brasil). Os países de língua portuguesa também possuem as suas próprias versões da Lei do Ódio Canadense, talvez até mais rigorosas e injustas, insistentemente apresentadas pela imprensa (adivinha quem controla a imprensa?) como "para defender os negros".

 

Infelizmente as ‘forças ocultas’ estão solidamente enraizadas, através de um amplo controle financeiro-econômico e total controle dos meios de comunicação de massa, nos países de Língua Portuguesa. É fácil perceber isso, nos últimos anos temos visto os Líderes Sionistas Brasileiros, notadamente o Sr. Roberto Marinho, atuando assiduamente em Portugal com a implantação de uma rede nacional de televisão, a qual já é líder de audiência.

 

...espero que não seja tarde demais para nos opormos a tal dominação...

 

 

Eu também acreditava no Holocausto até ler este livreto e outras publicações do Movimento Revisionista.



Fevereiro de 1998.


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