"A memória é um dever para um povo que foi vítima
de um claro projeto de exterminação, de uma civilização
que se tentou eliminar da consciência européia", disse o presidente
da Itália, Carlo Azeglio Ciampi, pela passagem do Dia da Memória.
O Parlamento italiano decidiu, por unanimidade, fazer o 27 de janeiro, data
da libertação dos campos de extermínio de Auschwitz, um
dia para lembrar e homenagear as vítimas do Holocausto.
O CONI - Comitê Olímpico Italiano - pediu a todos os esportistas do país que observem um minuto de silêncio hoje. A ministra da Cultura Giovanna Melandri solicitou aos atletas que se unam nessa jornada - será a primeira participação do país.
Na Itália, a maioria dos neofascistas são torcedores de futebol, principalmente em Roma, onde costumam exibir símbolos nazistas e fascistas em dias de jogos.
27 de janeiro de 2001
